| Gunther et al.,24 2019, Alemanha |
Coorte prospectiva |
2.286/NM |
QFA/Consumo de refrigerante, fastfood,doces e snacks
|
Peso ao nascer, BPN, peso ao nascer >4.000g, PIG e GIG/Aferida |
IMC pré-gestacional, idade, paridade e aatribuição de grupo. |
Até a 12a semana gestacional: o consumo materno diário de um copo (200mL) de refrigerante reduziu o peso ao nascer em 10,90g (IC95% = -18,17--3,64; p=0,003). Após a 29a semana gestacional: redução de 8,1 9g (IC95%= -16,26--0,11; p= 0,047) por copo de refrigerante. |
| Englund-Ogge et al.,8 2019, Noruega |
Coorte prospectiva |
65.904/NM |
QFA/Padrão alimentar |
PIG, GIG e peso ao nascer/Aferida |
Idade materna, ingestão energética, IMC pré- gestacional, altura, paridade, tabagismo, ingestão de álcool, renda total da família e escolaridade, doenças crônicas e distúrbios alimentares (náuseas na gravidez). |
Padrão "high prudent": menor peso ao nascer (β=- 0,041; IC95%= -0,068--0,013), maior chance de PIG (OR = 1,25; IC95%= 1,02-1,54) e menor chance de GIG (OR= 0,84; IC95%= 0,75-0,94), comparado ao padrão "high Western". |
| Alves-Santos et al.,5 2019, Brasil |
Coorte prospectiva |
193/NM |
QFA/Padrão alimentar |
GIG e comprimento ao nascer >percentil 90/Aferida |
idade materna, tabagismo, consumo de álcool, escolaridade e prática de atividade física de lazer no primeiro trimestre. |
Padrão "fastfood and candies": maior chance para GIG (OR=4,38; IC95%= 1,32-14,48) e comprimento ao nascer >percentil 90 (OR = 4,81; IC95% = 1,77-13,07). |
| Gomez Roig et al.,25 2017, Espanha |
Transversal |
127 / 31,10 (0,38) |
QFA/Consumo de refrigerante à base de cola |
PIG e AIG/Referida |
Tabagismo |
Maior consumo de refrigerante à base de cola entre as mães do grupo PIG (p=0,004) e refrigerante à base de cola diet entre as mães do grupo AIG (p=0,03). |
| Grundt et al.,22 201 7, Noruega |
Coorte prospectiva |
50.280/NM |
QFA/Refrigerantes carbonatados adoçados |
Peso ao nascer e peso ao nascer >4.500g / Aferida |
Altura materna, IMC pré- gestacional, idade, paridade, escolaridade, renda, exercício, tabagismo, volume de ingestão de álcool antes da gravidez, ingestão de bebidas adoçadas artificialmente, parto natural e ano de nascimento do bebê, diabetes gestacional, glicosúria, pré-ecâmpsia e hipertensão. |
Ingestão de 100 mL de refrigerantes carbonatados adoçados: redução de 7,8g (IC95% -10,3--5,3) no peso ao nascer e menor cha nce de peso ao nascer >4.500g (OR = 0,94; IC95% 0,90-0,97). |
| Martin et al.,17 2016, Estados Unidos |
Coorte prospectiva |
389/NM |
QFA/Padrão alimentar |
IMC/I em escore z / Aferida |
Idade materna, raça, escolaridade, renda, estado civil, paridade, tabagismo e IMC pré-gestacional, diabetes pré-gestacional, hipertensão crônica, diabetes gestacional e hipertensão induzida pela gravidez. |
Não houve associação entre o padrão "latentclass1" (que contém majoritariamente alimentos ultraprocessados) na gestação e escore z de IMC/I ao nascer, 6 meses e 1 ano [(β=-0,12 (IC95%= - 0,39-0,14); β = 0,05 (IC95%= -0,23-0,34); β = 0,03 (IC95%= -0,24-0,30, respectivamente] em comparação com o padrão 2 (que contêm majoritariamente alimentos ín natura e minimamente processados). |
| Abubakari e Jahn,26 2016, Gana |
Transversal |
578/NM |
QFA/Padrão alimentar |
Peso ao nascer/Aferida |
Idade gestacional |
Padrão "nonhealthconscious diet": sem associação com o peso ao nascer [OR=1,04; IC95% = 0,65-1,67; p=0,95] |
| Azad et al.,27 2016, Canadá |
Coorte prospectiva |
3.033/32,50 (4,60) |
QFA/artificially sweetened be verages e sugar-swee~ened beverages
|
IMC/I em escore z /Aferida |
IMC materno, ingestão energética materna, pontuação no bíndice de alimentação saudável, escolaridade, tabagismo e diabetes gestacional, duração da amamentação, sexo do bebê, introdução de alimentos sólidos antes de 4 meses. |
Consumo diário de artificially sweetened beverages: maiores escores z de IMC/I (βa = 0,22; IC95% = 0,02-0,41) e consumo de sugar-sweetened beverages: sem associação com IMC/I em escores z (βa = 0,07; IC95%= -0,06-0,19), ambos com 1 ano, para consumidores diários vs não consumidores. |
| Colón-Ramos et al.,18 2015, Estados Unidos |
Coorte prospectiva |
1.151/NM |
QFA/Padrão alimentar |
Peso e comprimento ao nasce r, P/I, comprimento por idade, peso/ comprimento e perímetro cefálico/Aferida |
Idade, raça, IMC pré-gestacional, escolaridade, consumo de álcool e ganho de peso gestacional. |
Padrão "processed": sem associação com os desfechos ao nascimento (p>0,05). |
| Moss e Harris,19 2014, Estados Unidos |
Coorte prospectiva |
372/24,40 (0,25) |
Questionário elaborado pelos autores/Consumo de fastfood
|
Peso ao nascer/Referida |
Idade, raça, educação, sensação de bem-estar; imigrante ou não, sexo do bebê, trimestre que iniciou o pré-natal, paridade, tempo entre a entrevista e a concepção e estado civil. |
Consumo de fastfooddurante a gravidez: sem associação com o peso ao nascer (p=0,93). |
| Grieger et al.,23 2014, Austrália |
Transversal |
309/26,60 (5,40) |
QFA/Padrão alimentar |
BPN, PIG, comprimento ao nascer/NM |
Idade materna, IMC materno, tabagismo, status socioeconômico, presença de asma, paridade e etnia. |
Padrão "high fat/sugar/takeaway": sem associação com BPN e PIG (p>0,05). Aumento de 1 DP nas pontuações desse padrão: menor comprimento ao nascer (βa=-0,5cm; IC95%= -0,8--0,1; p=0,004) em comparação aos demais padrões. |
| Wen et al.,11 2013, Austrália |
Coorte prospectiva |
368/NM |
QFA/Frequência de consumo dos alimentos da dieta "junkfood"
|
Peso ao nascer >4.000g /Aferida |
Estado nutricional materno (eutrofia, baixo peso, sobrepeso, obesidade) e idade gestacional. |
Dieta "junkfood" durante gravidez: mães que não consumiram essa dieta foram menos propensas a terem um recém-nascido com peso >4.000g (OR = 0,36; IC95%= 0,14-0,91; p=0,03) comparado àquelas que consumiram. |
| Bouwland-Both et al.,28 2012, Holanda |
Coorte prospectiva |
847/31,70 (4,0) |
QFA/Padrão alimentar |
Peso ao nascer/Aferida |
Duração do último ciclo menstrual, idade materna, IMC e altura materna e paterna, sexo do bebê, paridade, escolaridade, tabagismo, suplementação de ácido fólico, pressão arterial diastólica e sistólica média e ccomprimento cabeça-nádegas do feto. |
Padrão alimentar "energy-rich dietary pattern": sem associação com o peso ao nascer [β=0,02; IC95%= - 0,05-0,09)]. |
| Phelan et al.,20 2011, Estados Unidos |
Coorte prospectiva |
363/NM |
QFA/Consumo de refrigerantes e doces |
P/I, GIG e peso ao nascer >4.000g /Aferida |
Sexo do bebê, grupo intervenção e controle, idade gestacional, ¿clínica de recrutamento, ganho de peso gestacional. A análise aos 6 meses foi ajustada adicionalmente pelo aleitamento materno. |
Mães com sobrepeso/obesidade: maior % de kcal de doces na gravidez: maior P/I ao nascer (β=0,19; p= 0,004), maior chance de peso ao nascer >4.000g [OR = 1,1; IC95% = 1,0-1,2; p=0,004], GIG [OR=1,2; IC95%= 1,1-1,3; p=0,002] e maior P/I aos 6 meses (β=0,30; p = 0,002). Mães com peso normal: maior ingestão de refrigerantes: maior P/I ao nascer (β=0,16; p=0,04). |
| Thompson et al.,29 2010, Nova Zelândia |
Transversal |
1.714/NM |
QFA/Padrão alimentar |
PIG/Aferida |
Idade gestacional, sexo do bebê, tabagismo na gravidez, altura e peso pré-gestacionais, paridade, etnia e hipertensão materna. |
O padrão" junkfood": sem associação com PIG (OR = 1,01; IC95% = 0,88-1,17). |
| Northstone et al.,30 2008, Inglaterra |
Coorte prospectiva |
12.053/NM |
QFA/Padrão alimentar |
Peso ao nascer/Aferida |
Ingestão energética |
Padrões "processed" e "confectionery": sem associação com peso ao nascer [β=0,09; IC95% - 0,67-0,85) e β= -0,42; IC95%= -1,21-0,38, respectivamente]. |
| Wolff et al.,21 1995, Estados Unidos |
Coorte prospectiva |
549/24,20 (5,40) |
QFA/padrão alimentar |
Peso ao nascer/Referida |
NM |
Padrão alimentar "Nutrient Dilute": sem associação com peso ao nascer (p=0,05). |