| (a) esclarecimento, defesa ou delimitação do direito entre as partes |
Capacitação de interlocutores para manter diálogos com as partes interessadas (2015) Diálogo transparente e engajamento com as comunidades afetadas (2015, 2016, 2017) Conversas com o movimento dos trabalhadores sem-terra sobre invasões de terras no estado do Espírito Santo (2016, 2017) Apoio a grupos indígenas (2015, 2016, 2017) Apoio à agricultura familiar (2015, 2016, 2017) Apoio a grupos quilombolas (2017) Programa de produtores florestais (2015, 2016, 2017) |
Diálogo ativo com partes interessadas (2015, 2016, 2017) Apoio à agricultura familiar (2015, 2016, 2017) Apoio ao grupo tradicional de quebradeiras de coco babaçu (2015, 2016, 2017) |
Diálogo transparente e engajamento com as comunidades afetadas (2015, 2016, 2017) Diálogo com movimentos sociais (2015) Programa de produtores florestais como estratégia para incluir os agricultores na cadeia de suprimento florestal e evitar novas aquisições de terras (2015, 2016) Apoio a comunidades tradicionais (2015, 2016) Apoio à agricultura familiar (2015, 2016) |
| (b) realocação do direito entre as partes |
Programa de aquisição de terras pelas comunidades (2015) Meta de longo prazo: redução em 1/3 na extensão de terras para produção de celulose (2015, 2016, 2017) |
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Arrendamento de terras para agricultores familiares (2015, 2016) |
| (c) recorrer a terceiros para definir e fazer valer o direito de posse |
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Uso de mecanismo legal (ordem de reintegração de posse) para recuperar a posse de terras invadidas por movimentos sociais além do acordado entre as partes (2015) |
| (d) combinação das estratégias a, b e c |
Estabelecimento de assentamentos da reforma agrária em fazendas que eram da empresa conforme acordo firmado com os movimentos sociais e vários órgãos governamentais (2015, 2016, 2017) Oficinas com gestores e líderes comunitários para avaliar o desempenho do engajamento social e revisão de estratégias (2017) Engajamento com a Confederação Nacional Quilombola para discutir os direitos fundiários dos quilombolas (2017) |
Criação de Conselhos Comunitários (2015, 2016, 2017), o que permite a participação da comunidade em alguns processos de tomada de decisão, reduzindo ocorrências como invasões de terras (2017) |
Estabelecimento de assentamentos da reforma agrária em fazendas que eram da empresa conforme acordo firmado com os movimentos sociais e vários órgãos governamentais (2015, 2016, 2017) Criação de um fórum de discussão (Sala de Situação) sobre conflitos fundiários no sul da Bahia e políticas públicas de agricultura familiar em assentamentos de reforma agrária com a participação de vários órgãos públicos, movimentos sociais e a Veracel (2016) Engajamento com diversas organizações da sociedade civil para esclarecer o papel e a responsabilidade da empresa no desenvolvimento local (2015, 2016) |