Neste artigo, investiga-se a oposição dor versus prazer a partir do acervo de obras de performance do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP) entre 1972 e 2021. As performances analisadas têm como principal característica a relação extrema com o limite físico, e este estudo relaciona os conceitos de dor e prazer aos avanços e retrocessos sofridos pelas mulheres nos âmbitos social, político e cultural para compreender quem são as mulheres recebidas dentro do espaço museológico. Ainda, coloca-se em perspectiva a construção estética da mulher na história da arte, concatenando as diferentes intersecções para compreender a complexa teia sexual na arte de mulheres.
Palavras-chave:
Performance; Museu; Gênero; Sexualidade; Dor.
Fonte: Lunares, DVD 1’26’’, 2004.

Fonte: Cais Produções (2016).


Fonte: Fotografia publicada em SP-Arte e concedida gentilmente pela artista (2018).
Fonte: Sandro Miano, dezembro de 2019.
Fonte: MAC-USP (2021).