A qualidade da colheita mecanizada de soja é essencial para garantir que todo investimento realizado nas demais etapas do processo produtivo da cultura seja convertido em lucro para o produtor. Considerando que a qualidade dessa operação está relacionada com menores perdas e que a plataforma de corte utilizada e a velocidade de colheita podem influenciar nisso, objetivou-se avaliar a qualidade da colheita mecanizada da soja, no Cone Sul de Rondônia, em colhedoras com diferentes plataformas de corte e velocidades de deslocamento por meio do controle estatístico de processo. O experimento foi realizado na safra 2015/16 em uma área agrícola no município de Cabixi, RO, localizada nas coordenadas geográficas 13º 27’ S e 60º 41’ W. O delineamento experimental foi estabelecido de acordo com as premissas do controle estatístico de processo, sendo amostrados 80 pontos distanciados a cada 100 m. Avaliaram-se as perdas na plataforma, nos mecanismos internos e totais e a altura de corte. A melhor qualidade do processo de colheita foi obtida na plataforma de esteira, com pouca influência da velocidade de deslocamento. O nível de perdas na colheita foi acima do limite aceitável, indicando necessidade de melhorias do processo.
Palavras-chave:
controle estatístico de processo; colhedora; Glycine max; perdas; plataforma de corte
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V1 = 6 km h-1; V2 = 8 km h-1; UCL - Upper control limit. LCL - Lower control limit. X - Mean, MR - Mean moving range
V1 = 6 km h-1; V2 = 8 km h-1; UCL - Upper control limit. LCL - Lower control limit. X - Mean, MR - Mean moving range
V1 = 6 km h-1; V2 = 8 km h-1; UCL - Upper control limit. LCL - Lower control limit. X - Mean, MR - Mean moving range
V1 = 6 km h-1; V2 = 8 km h-1; UCL - Upper control limit. LCL - Lower control limit for the individual values. X - Mean, MR - Mean moving range; USL - Upper specific limit; LSL - Lower specific limit
V1: 6 km h-1. V2: 8 km h-1. UCL: Upper control limit. LCL: Lower control limit. X - Mean