A difusividade térmica aparente de um solo aluvial, no distrito de Coxixola (PB), foi determinada em condições de campo, numa parcela sem vegetação, a partir de medidas da evolução da temperatura a várias profundidades em distintas condições de umidade, em fevereiro-outubro de 1995. Foi analisada a influência da distância, Δz, entre os sensores térmicos sobre os valores de difusividade, calculados pelos seguintes métodos: fase, amplitude, logarítmico, arco tangente e harmônico. Os valores obtidos pelo método harmônico para Δz = 11,0 cm foram cerca de 13% superiores aos obtidos utilizando Δz=2,5 cm na condição úmida e cerca de 100% na seca. A variação relativa no valor da difusividade, obtida pelos métodos, para erros de posicionamento de ± 1 cm, foi de -66% e + 101%, respectivamente, quando o cálculo foi efetuado por um Δz nominal de 2,5 cm, e de -17% a + 19%, por um Δz nominal de 11,0 cm. Além de identificar relevantes inconsistências entre os valores fornecidos pelos métodos, verificou-se que os valores de difusividade térmica aparente e, portanto, do fluxo de calor na superfície do solo, podem ser significativamente afetados por eventuais erros de posicionamento de sondas térmicas.
Termos de indexação
solo; temperatura; fluxo de calor; difusividade térmica
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail




