Os principais objetivos deste artigo são: verificar se a alta fragmentação da representação política na Câmara dos Deputados ocorre também no Senado Federal, nos Executivos estaduais e nas prefeituras das capitais; e se a fundação de novos partidos retirou dos “tradicionais” o controle sobre postos relevantes de poder, abrindo espaço para políticos sem carreiras políticas consolidadas conquistarem tais posições. Empreendeu-se uma análise da distribuição partidária de 27 governos estaduais, 26 prefeituras de capitais e das 81 cadeiras no Senado. Tal mapeamento permite comprovar que os cargos majoritários se encontraram, ao longo dos anos de 1994 a 2016, fechados para um pequeno número de legendas “tradicionais” (PMDB, PSDB, PT e DEM) e políticos em circulação por postos majoritários.
Palavras-chave:
eleições; partidos políticos; recrutamento político; carreiras políticas; sociologia política
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Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.Nota: Os ciclos referem-se aos períodos eleitorais de: (1) 1994; (2) 1998; (3) 2002; (4) 2006; (5) 2010; (6) 2014.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.Nota: Os ciclos referem-se aos períodos eleitorais de: (1) 1994; (2) 1998; (3) 2002; (4) 2006; (5) 2010; (6) 2014.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.Nota: Os ciclos referem-se aos períodos eleitorais de: (1) 1996; (2) 2000; (3) 2004; (4) 2008; (5) 2012; (6) 2016.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.
Fonte: “Eleitos - 1994-2016” / TSE.