Introdução O envelhecimento facial é um dos maiores desafios da cirurgia estética, resultando em alterações anatômicas, fisiológicas e psicológicas. Técnicas cirúrgicas evoluíram para tratar essas mudanças, buscando equilibrar eficácia e segurança. O facelift eutrófico é apresentado como uma alternativa à ritidoplastia convencional. Essa técnica menos invasiva envolve descolamento mínimo da pele e tunelização subdérmica, visando o rejuvenescimento facial com preservação da vitalidade cutânea.
Materiais e Métodos Este estudo retrospectivo analisou 53 pacientes submetidos ao facelift eutrófico, entre 2017 e 2024, considerando critérios específicos de inclusão e exclusão. A técnica cirúrgica incluiu descolamento mínimo da pele, tunelização subdérmica com cânula, plicatura do SMAS e procedimentos complementares, conforme necessidade de cada caso.
Resultados A técnica de facelift eutrófico apresentou resultados estéticos satisfatórios, preservando um aspecto natural e vitalizado da pele, com mínima equimose e edema moderado, sem casos de hematoma, seroma ou necrose. O procedimento cirúrgico apresentou tempo reduzido de recuperação pós-operatória e alta hospitalar em menos de 24 horas, sem uso de drenos e com alta taxa de satisfação.
Conclusão O facelift eutrófico é uma técnica segura, menos invasiva e eficaz e com rápida recuperação. Também garante resultados estéticos naturais e baixo índice de complicações.
Palavras-chave
ritidoplastia; cirurgia plástica; procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos; rejuvenescimento; envelhecimento da pele
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