A Radiologia Intervencionista avançou significativamente nas últimas décadas, melhorando a qualidade de vida com tratamentos mais seguros e menos invasivos. Apesar destes benefícios, a conscientização sobre os procedimentos vasculares permanece limitada, tanto para os pacientes como pelos médicos, afetando a adoção de dessas terapias. Teorias da ciência comportamental, como a Teoria do Comportamento Planejado (TPB) e o Modelo de Aceitação de Tecnologia (TAM), podem ser usadas para preencher essa lacuna, influenciando nas decisões dos pacientes. O TPB analisa como atitudes, normas e controle percebido influenciam o comportamento, enquanto o TAM foca na aceitação de tecnologias pela facilidade de uso e utilidade. Atitudes refletem opiniões, normas subjetivas indicam pressão social, e controle percebido trata da confiança em realizar o comportamento. A aplicação desses modelos pode melhorar a aceitação do paciente e melhorias em práticas de saúde. Juntos, esses modelos são estruturas operacionais na inovação médica, oferecendo uma abordagem sistemática para avaliar e promover a aceitação de novas tecnologias. À medida que os cuidados de saúde continuam a evoluir com rápidos avanços tecnológicos, essa revisão narrativa revela que a aplicação destes modelos pode ser necessária para facilitar a integração de inovações médicas, otimizando as práticas de saúde.
Unitermos:
Procedimentos cirúrgicos vasculares; Radiologia intervencionista; Terapia comportamental; Tecnologia educacional; Difusão de inovações; Melhoria de qualidade