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Hansen e Flyverbom (2015)
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Não conceituam, mas utilizam Gibson (1977, 1986) como referência e destacam que tecnologias tanto possibilitam quanto restringem ações. |
Foco na análise dos dados, em especial data mining e demais algoritmos. |
Possibilidades de uso. |
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Madsen (2015)
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Conceito original de Gibson (1977, 1986), porém o autor destaca o conjunto de características que permitem certas percepções e ações. |
Análise de mídia digital. |
Uso. |
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Etzion e Aragon-Correa (2016)
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A palavra affordance aparece apenas no resumo, para explicar por que big data e gestão para sustentabilidade estão alinhados. |
Usam os 5 Vs, com menor ênfase para o big e maior para o fato de ser heterogêneo. |
Possibilidades de resultado. |
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Williams et al. (2017)
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Não conceituam, porém citam características do big data como affordances.
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A partir dos 5 Vs, mas incluindo virtude, que se refere ao uso ético dos dados. |
Possibilidades de uso. |
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McCosker (2017)
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Uso da teoria de Gibson em pesquisas sobre interação humano-computador (IHC) e as possibilidades de ação que as ferramentas oferecem. |
Capacidade de coletar e analisar dados de mídias sociais. |
Uso e resultados. |
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Dremel et al. (2017)
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Possibilidades de ação decorrentes das propriedades dos artefatos de TI e atores, assim como seus relacionamentos, de acordo com Markus e Silver (2008) e Strong et al. (2014). |
Conceituam a partir da perspectiva sociotécnica, Por esse motivo, as affordances consideradas são das tarefas. |
Adoção, uso e resultados. |
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Werkhoven (2017)
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Conceito de affordances funcionais introduzido por Markus e Silver (2008). |
Analytics como processo de reconhecimento e resolução de problemas baseado em evidências. |
Resultados. |
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Koch e Peters (2017)
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Affordances da tecnologia e teoria das restrições, para explicar a interação entre humanos, organizações e tecnologia. Affordances como habilitadores, restrições ou ambos. |
Desenvolvimento de iniciativas de analytics, logo como um processo de análise e uso de dados. |
Uso e resultados. |
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Tian (2017)
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Conceito de affordances original e aplicado à TI, citando principalmente Leonardi. |
Destacam que é um conceito em construção, mas caracterizam a partir dos 5 Vs. |
Possibilidades para gestão do conhecimento. |
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Zelenkauskaite (2017)
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Não conceitua, apenas destaca as affordances tecnológicas interativas e geralmente como sinônimo de possibilidades. |
Soma de fontes de dados de mídia social. |
Uso. |
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Fischer (2017)
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Além do potencial de uso, o foco está no uso real, a partir de características do artefato e objetivos dos usuários. Partem de um conjunto de affordances preestabelecidas. |
Ferramentas que suportam tomada de decisão por meio de análises e bases de dados, incluindo analytics. No entanto, a análise foi em um BI tradicional. |
Uso. |
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Lehrer, Wieneke, Brocke, Jung e Seidel (2018)
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Possibilidades de ação que emergem do relacionamento entre a materialidade dos artefatos e usuários ou grupos de usuários com objetivos organizacionais. |
Métodos e ferramentas para coleta, processamento e análise de grandes volumes de dados gerados em mídias sociais, permitindo gerar insights para negócios. |
Uso. |
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Aversa, Cabantous e Haefliger (2018)
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Alinhado com Gibson (1977, 1986) e Hutchby (2001). |
Não conceituam, mas fica evidente o foco em ferramentas de análise. |
Uso e resultados. |