|
Teece, Pisano e Shuen (1997)
|
Forças Competitivas (Porter, 1980); Conflito estratégico (Ghemawat, 1986, Shapiro,
1989, Brandenburguer e Nalebuff, 1995); e RBV (Rumelt, 1984, Wernerfelt (1984); Teece, 1980 e
1982, Schumpeter, 1934 e Barney,
1986) |
Capacidade de integrar, consolidar e reconfigurar suas
competências internas e externas para se adaptar às rápidas mudanças de
ambientes altamente dinâmicos. |
|
Helfat (1997)
|
Teece (1980; 1986); Nelson
and Winter, (1982); Helfat (1988); Cohen e Levinthal (1990); Teece e Pisano (1994). |
As capacidades dinâmicas permitem as organizações criar
novos produtos e processos e responder às condições do mercado. |
|
Eisenhardt e Martin (2000)
|
Visão expandida das rotinas (Cyert, 1963; Nelson e Winter, 1982; Helfat, 1997; Inverno e Szulanski,
1999). Ligação entre capacidades dinâmicas, recursos e vantagem
competitiva (Collis e Montgomery, 1995; Milgrom e Roberts, 1990; Porter,
1996; Prahalad e Hamel, 1990).
"Melhores práticas" (Sitkin, 1992; Gersick, 1994; Kim, 1998;
Brown e Eisenhardt, 1997; Argote, 1999; Haleblian e Finkelstein, 1999;
Hayward, 2000). |
São os processos organizacionais que utilizam recursos -
especialmente os processos para integração, reconfiguração, de conquista
e liberação de recursos-para atender e até criar mudanças de mercado;
capacidades dinâmicas, portanto, são as rotinas organizacionais e
estratégicas, por meio das quais as empresas alcançam novas configurações
de recursos enquanto mercados emergem, colidem, dividem, evoluem e
morrem. |
|
Makadok (2001)
|
Perspectiva Ricardiana - corrente teórica da visão baseada
em recursos: (Barney, Conner, Montgomery, Wernerfelt, Peteraf) e a
segunda Schumpeteriana -visão das capacidades dinâmicas (Amit,
Schoemaker, Dierickx, Cool, Mahooney, Nelson, Winter, Teece, Pisano e
Schuen). |
Diferenças entre recursos e capacidades. Dificuldade de se
transferir a capacidade de uma organização a outra sem que haja a
transferência da organização ou de parte dela. Principais diferenças
entre mecanismos de geração de valor. Questão temporal, oportunidade de
resultado com ou sem aquisição de recurso, o papel e o foco dos gestores
e da sinergia bilateral idiossincrática. |
|
Zollo e Winter (2002)
|
Competências Distintivas: Selznick's (1957). Rotinas
Organizacionais: Nelson e Winter,
(1982). Capacidade de Absorção: Cohen e Levinthal (1990). Arquitetura do Conhecimento (Henderson e Clark, 1990). Capacidades
Combinatórias (Kogut e Zander
1992). Capacidades Dinâmicas: Teece et al. (1997). |
A capacidade dinâmica é um padrão aprendido e estável de
atividade coletiva através da qual a organização sistematicamente gera e
modifica suas rotinas operacionais em busca de maior eficácia. |
|
Zahra e George (2002)
|
Capacidade de Absorção: Cohen e Levinthal (1990). |
A capacidade de absorção representa um conjunto de rotinas
organizacionais e processos estratégicos pelo qual as empresas adquirem,
assimilam, transformam e exploram o conhecimento com a finalidade de
criar valor. |
|
Helfat e Peteraf (2003)
|
Capacidades Dinâmicas de Teece, Pisano e Shuen (1997), A Teoria Evolucionária de Nelson e Winter (1982) e a Visão
Baseada em Recursos. |
A capacidade possui um ciclo de vida composta pelas fases:
iniciação (founding), desenvolvimento (development), maturidade
(maturity). Após a maturidade, a capacidade pode ser aposentada (retire),
renovada (renew), recombinada (recombine), replicada (replication) ou
realocada (redeploy). |
|
Zahra, Sapienza e Davidsson (2006)
|
Penrose (1959);
Miller (1983); Hamel e Prahalad (1994); Sathe (2003); Sapienza et
al. (2006). |
As capacidades para reconfigurar os recursos e rotinas de
uma empresa de maneira imaginada e considerada adequada pelos seus
principais tomadores de decisão. |
|
Teece (2007)
|
Perspectiva Schumpeteriana. Teece, Pisano, e Shuen, (1990a; 1990b; 1997); Teece e Pisano (1994); Helfat etal.,
(2007). |
Capacidades dinâmicas podem ser desagregadas em capacidade:
(a) de sentir e modelar oportunidades e ameaças, (b) aproveitar
oportunidades, e (c) manter a competitividade por meio da melhoria,
combinação, proteção e, quando necessário, reconfiguração dos ativos
intangíveis e tangíveis do negócio da empresa. |
|
Ambrosini, Bowman e Collier (2009)
|
Com base em trabalhos anteriores (Teece et al. (1997), Eisenhardt e Martin (2000) e Helfat
et al. (2007) a respeito do que constitui uma
capacidade dinâmica e sobre as sugestões de Collis (1994), Danneels
(2002), Winter (2003) e Zahra et al. (2006)
que existem hierarquias de capacidades). |
Capacidades dinâmicas incrementais estão relacionadas com a
melhoria contínua da base de recursos da empresa. Capacidades dinâmicas
de renovação são aquelas que atualizam, adaptam e ampliam a base de
recursos. No terceiro nível estão as capacidades dinâmicas regenerativas
que impactam não na base de recursos da empresa, mas sim em seu conjunto
atual de capacidades dinâmicas, ou seja, elas alteram a forma como a
empresa muda a sua base de recursos. |
|
Barreto (2010)
|
Teece & Pisano
(1994); Teece, Pisano, &
Shuen (1997); Eisenhardt &
Martin (2000); Teece (2000); Zollo & Winter (2002); Winter (2003); Zahra,
Sapienza, & Davidsson (2006); Helfat et
al. (2007); Teece
(2007). |
Capacidade dinâmica é o potencial da empresa para resolver
problemas de forma sistemática, formados por sua propensão a perceber
oportunidades e ameaças, para tomar decisões oportunas e orientadas para
o mercado, e para alterar a sua base de recursos. |