| Trajetória tecnológica |
Emprego de tecnologias ao longo do tempo, as quais são compatíveis com as da concorrência e/ou superiores a elas. |
A partir do ano 2000 há uma evolução tecnológica, igualando-se aos concorrentes. |
Evolução após 2010 com aquisição de tecnologias específicas. Percebe uma superioridade perante os concorrentes. |
A partir de 2012 com a implantação do sistema Soul. Percebe uma compatibilidade com as de outros hospitais de mesmo porte. |
Não apresenta transformações marcantes. As tecnologias são superiores às dos concorrentes. |
| Habilidades técnicas e de gestão das tecnologias. |
Participa de uma rede de hospitais voltada para o desenvolvimento de habilidades e técnicas de tecnologias. |
No momento da compra, conta com treinamentos para lidar com as tecnologias que serão implementadas. |
No momento da compra, conta com treinamentos para lidar com as tecnologias que serão implementadas. |
Conta com treinamentos periódicos voltados para tecnologias. |
| Trajetória institucional |
Incentivos e barreiras impostas pelo setor público ao longo dos anos. |
Últimos governos concederam incentivos para o desenvolvimento do hospital. |
Promulgação da Constituição Federal de 1988. |
A partir da implantação do método de contratos com o Estado, em 2007. |
Concebido para ser modelo para hospital do Sistema Único de Saúde (SUS). |
| Tabus, punições, costumes, tradições e códigos de conduta da sociedade. |
População desconhece o sistema de saúde. |
Estado adéqua os serviços nesse aspecto. |
São levados em consideração eventos da região, bem como casos advindos de atividades rurais. |
Atividades para tornarem conhecidas na sociedade as classificações de riscos. |
| Competidores |
A empresa possui competidores em sua rede de parceiros, de modo que compartilhe experiências. |
Compartilha experiências por meio de uma rede de parceiros. |
Compartilha experiência por meio da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul e de visitações a outros hospitais. |
Realiza e recebe visitas no intuito de trocar experiências com eles. |
Participações em fóruns e parcerias com outras instituições hospitalares. |
| A empresa compara sistematicamente produtos (serviços) e processos com os de seus concorrentes. |
Não percebe concorrência. Entretanto, por meio de redes, troca informações com os demais integrantes. |
Participa do Conselho Regional de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Nesse momento, ocorre troca de informações. |
Participa da Federação das Santas Casas, onde há trocas de informações com os outros associados. |
Benchmarking no Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa) e em outras instituições. |
| Consumidores |
A empresa possui uma profunda compreensão das necessidades dos consumidores. |
Realiza, principalmente, pesquisas socioeconômicas. |
Pesquisa de satisfação, visitas periódicas aos pacientes e serviço social. |
Pesquisas de satisfação. |
Pesquisas de satisfação, formulários de críticas, ouvidoria e fóruns. |
| A empresa define o papel dos clientes e desenvolve métodos para incentivá-los a participar do processo da prestação de serviço. |
Por meio de serviços de segurança, busca deixar o paciente consciente de sua parte no processo. |
Treinamentos específicos para buscar humanização do tratamento e engajamento do paciente no processo. |
Trabalhos específicos que busquem integrar pacientes e potenciais pacientes. |
Utiliza ferramentas de avaliação de satisfação dos clientes. |
| Fornecedores |
A empresa mantém boas relações (ganho mútuo) com os fornecedores. |
Mantém um alto nível de rotatividade, enfocando o preço para realizar compras. |
Relaciona-se por meio de preço e qualidade. |
Boas relações com os fornecedores, apesar de algumas deficiências. |
Relações guiadas pelo menor preço. |
| A empresa avalia seus fornecedores. |
Por meio do Sistema Nacional de Cadastro de Fornecedor. |
Por meio de uma plataforma eletrônica: Bioexo. |
Por meio da plataforma Soul. |
Há uma avaliação específica. Entretanto, detalhes não foram fornecidos. |