|
White (1977)
|
Sobreposição das fases de tecnologia e desenvolvimento, com transferência de pessoal entre os departamentos e ocasionalmente um líder respondendo diretamente para a alta gestão. |
Explícita: "O pessoal de pesquisa e o pessoal de desenvolvimento normalmente continuam respondendo para suas respectivas gerências durante o período cooperativo de transferência" (p. 33, tradução nossa). |
Processo para estimular a interação pessoal, por exemplo, exercícios de previsão tecnológica. |
Empresa de equipamentos médicos, autor era diretor de pesquisa. |
|
Cohen, Keller, & Streeter (1979)
|
Existência de fatores primários (por exemplo, conhecimento técnico "completo", compreensão sobre o potencial de crescimento da tecnologia) e elementos secundários (por exemplo, senso de tempo e oportunidade, envolvimento da alta liderança), que afetam a transferência de tecnologia. |
Explícita: "transferência de tecnologia da pesquisa para desenvolvimento" (p. 11, tradução nossa). |
Programas conjuntos (por exempo, pessoas de desenvolvimento em laboratórios de pesquisa) e atividades de pesquisa e laboratórios de desenvolvimento são dois fatores primários. |
Estudo baseado em 18 projetos na IBM publicado por três de seus executivos. |
|
Iansiti (1995a, 1995b) |
Proposta de um framework baseado no modelo de processamento de informação para avaliar a velocidade de desenvolvimento e a produtividade de P&D considerando três estágios: descoberta, integração e desenvolvimento de produtos. Duas abordagens foram consideradas: focada nos elementos e focada no sistema (esta mais produtiva e mais rápida). |
Explícita (para os dois casos ilustrativos do artigo). Foco na "importância da atividade de processos que conectam ciência aplicada no desenvolvimento de produtos" (1995a, p. 259, tradução nossa). |
Existência de um grupo de integração na abordagem focada em sistema. |
Empresas de mainframe, 27 projetos, estudo longitudinal (10 anos). |
|
Chiesa (1996)
|
Detalha as diferenças na gestão do departamento de pesquisa e do departamento de desenvolvimento, baseado em cultura (por exemplo, P - liberdade para expressar opiniões científicas, D - claras definições de prioridade), Organização (por exemplo, P - time altamente especializado, D - trabalho em time entre diferentes especialistas) e Pessoas (por exemplo, P - lugar certo para "estrelas únicas", D - trabalho em time). |
Explícita: "separação das atividades de 'pesquisa' e de 'envolvimento' organizacionalmente e às vezes fisicamente" (p. 638, tradução nossa). |
Não são mencionados. |
Nove empresas farmacêuticas, estudo de caso(1). |
|
Eldred & McGrath (1997a, 1997b)
|
Tecnologia e desenvolvimento de produtos tipicamente requerem uma ponte chamada transferência de tecnologia que precisa de três elementos básicos: sincronicidade de programas, equalização da tecnologia, e gestão da transferência de tecnologia. |
Explícita: "processo de transferência de tecnologia requer indivíduos de ambos departamentos de pesquisa e de desenvolvimento para trabalhar efetivamente juntos" (1997b, p. 30, tradução nossa). |
Formação de um grupo de transferência de tecnologia. |
Não especificado número de casos e setor (2). |
|
Drejer (2002)
|
Integração deve considerer três dimensões: diferentes aspectos dos departamentos envolvidos, as ativdiades relacionadas a transferência de tecnologia, e horizonte temporal. |
Explícita separação organizacional para 3 dos 4 casos. Foco na "integração entre desenvolvimento de produto e desenvolvimento da tecnologia" (p. 124, tradução nossa). |
Discussão interagrada utilizando modelos/ferramentas, por exemplo Desdobramento da Função qualidade (QFD - Quality Function Deployment) . |
Diferentes setores, Quatro casos. |
|
Nobelius (2004)
|
Baseado no modelo de Eldred e McGrath (1997a,1997b), também considera três elementos: sincronização operacional e estratégica, escopo de transferência e gestão da transferência - superação de lacunas. |
Explícita: "pesquisadores aplicados trabalharam mais em departamentos funcionais do que desenvolvedores de produtos" (p. 332, tradução nossa). |
Atribuir responsabilidades para a fase de transferência. |
Empresa automobilística, surveyinterna. |
|
Lakemond Johansson, Magnusson, & Safsten (2007)
|
Seis fatores situacionais devem ser levados em consideração: complexidade e grau de mudança no processo produtivo; incerteza tecnológica, dispersão geográfica e organizacional entre desenvolvimento da tecnologia e desenvolvimento do projeto de produto; dispersão geográfica e organizacional entre desenvolvimento do projeto de produto e produção; e incertezas de mercado. |
Explícita: "interfaces entre desenvolvimento de tecnologia, desenvolvimento de produtos e produção precisam ser gerenciados" (p. 317, tradução nossa). |
Designação de um integrador em tempo integral é sugerido para ter uma transferência efetiva. |
Cinco empresas, dois projetos em cada, longitudinal por três anos. |
|
Magnusson & Johansson (2008)
|
Um framework contingencial deve guiar a transferência de tecnologia interna. Utilizando elementos apresentados por Nobelius (2004) para avaliar o processo de transferência de tecnologia. Custo unitário e volume de produção são dimensões importantes, e também como a nova tecnologia afeta a arquitetura dos produtos existentes. |
Explícita: "transferência da nova tecnologia do desenvolvimento de tecnologia para desenvolvimento de produtos" (p. 349, tradução nossa). |
Protótipos e engenheiros "se dividem entre desenvolvimento da tecnologia e desenvolvimento de produtos" (p. 361, tradução nossa). |
Equipamentos elétricos & sistemas de telecomunicações, 3 casos. |
|
Karlsson Taylor, & Taylor (2010)
|
Considerando uma matriz de (1) avanços tecnológicos do produto que surge do processo de integração tecnológico com (2) nível de conhecimento e experiência prévia com a integração da nova tecnologia, a combinação de quatro categorias de integração são diferentes para se ter uma integração efetiva para cada quadrante da matriz. |
Foco na integração de tecnologia de software em produtos mecânicos. Separação não é explícita para todos os casos. |
Estrutura, processos, recursos e cultura. |
Doze empresas, estudo de casos múltiplo. |
|
Kurumoto, Oliveira, & Amaral (2013)
|
Estudo das estratégias em pequenas e médias empresas (PMEs) em projetos de tecnologia e de produtos. |
Separação não clara entre P e D para 9 dos 22 casos: "Os resultados mostram que muitas PMEs frequentemente não reconhecem diferenças entre projetos de tecnologia e de produtos" (p. 100, tradução nossa). |
Não especifica os mecanismos, mas descreve alguns problemas na abordagem de projetos sequenciais "falta de recursos humanos, funcionários e parceiros sem qualificação" (p. 100, tradução nossa) . |
Vinte e duas PMEs, estudo de caso. |
|
Schuh & Apfel (2014)
|
Quadro de referência onde cada projeto pode planejar sua transferência considerando: processo de transferência, objeto a ser transferido, contexto situacional, requisitos, elementos de transferênia e tipo-base de configuração. |
Explícita: "transferência entre desenvolvimento de tecnologia e desenvolvimento de produtos" (p. 357, tradução nossa). |
Não são mencionados. |
Experiência de projetos de consultoria. |