
A leitura do livro do antropólogo francês Léo Mariani, Devenir Hétéronomes: sur la pluralité des mondes, fez-me relembrar do célebre ensaio de André-Georges Haudricourt, Domesticação de animais, cultivo de plantas e tratamento do outro3, cujo título, nesta resenha, nos servirá para dar início às discussões: o que a forma com que tratamos a alteridade – onde e como posicionamos suas capacidades de ação – tem a nos revelar a respeito de nossas relações com (e nosso entendimento sobre) o mundo? Em sua obra, Mariani nos convida, mesmo que brevemente, a analisar o trabalho seminal de seu conterrâneo desde uma perspectiva “mais materialista”, de forma a dar espaço àquelas relações – das quais se ocupa ao longo do livro – em que “a iniciativa não cabe aos humanos” (pp. 86-87). Em suas palavras, no ensaio de Haudricourt,
[…] o vegetal é colocado na posição de iniciador. Ele não apenas “faz” os humanos fazerem coisas, ele os incita a fazer coisas específicas. A diferença é crucial, porque, ao fazer isso, Haudricourt não está simplesmente “imputando” ou “emprestando” a ele um poder que teria deduzido de respostas humanas. Ele reconhece essa faculdade em si mesma e, de fato, a coloca além do relacionamento, além das determinações culturais (p. 87).
Em certo sentido, guardadas as devidas proporções e intenções, as obras dos dois pesquisadores compartilham um mesmo fundo: tratar o outro com atenção, buscando, assim, “integrar singularidades, em vez de produzir generalidades” (p. 74), e estabelecer uma relação “não conservadora” com aqueles com quem partilhamos o estar no mundo.
A obra de Mariani, que se divide em um preâmbulo, sete capítulos e um epílogo, é conduzida do início ao fim por uma reflexão filosófica sobre o conceito de heteronomia, que se opõe, segundo o autor, ao paradigma moderno de autonomia. Se, por um lado, a epistemologia da autonomia sustenta o domínio completo das ações humanas sobre o mundo, uma abordagem heterônoma implica agir em relação com e “habitar a incerteza ordinária dos fenômenos” (p. 122). Em outros termos, a heteronomia demanda que aceitemos influências externas, que dependamos das chuvas, dos ventos, do clima, dos ciclos biológicos dos seres viventes e de sua imprevisibilidade inerente. Para Mariani, essa maneira de reintegrar o mundo carrega em si
[…] um potencial de enriquecimento técnico, ecológico, existencial e social que está diretamente ligado à capacidade intrínseca dos seres vivos de produzir variações, heterogeneidade. Isso implica, evidentemente, tolerar a incerteza que essas oscilações geram. Mas a incerteza é sinal de alteridade. É um convite a depender das coisas, a lidar com elas (p. 74).
O livro se inicia com uma análise a respeito da importância da etnografia para o fazer antropológico. Defendendo um retorno a uma antropologia voltada novamente para fora de si, capaz de enfrentar desafios plurilocais – especialmente a catástrofe ecológica –, o pesquisador, a partir da “conversão à etnografia” (p. 10) declarada por Claude Lévi-Strauss em Tristes trópicos (2012, p. 50), propõe uma antropologia engajada, que recupere sua transcendência e, poder-se-ia sugerir, que abrace sua própria condição heterônoma: em suas palavras, a força da antropologia está, afinal, na etnografia, “na possibilidade que ela oferece de ver as coisas funcionarem desde dentro, de fazer fenomenologia com as pessoas” (p. 15).
É a partir de seus dados etnográficos – infelizmente, pouco explorados ao longo do livro – que o autor tece sua interessante crítica à lógica moderna. Tal lógica trata o mundo como um conjunto de recursos a serem geridos e especulados – uma visão centrada nas ideias de racionalização, otimização e preservação –, sempre disponíveis para uso, mostrando que a própria modernidade consolidou uma visão gerencial da natureza, que, paradoxalmente, alimenta a própria crise ecológica que diz tentar resolver. Nesse sentido, as políticas e discursos de “preservação” e “gestão sustentável”, por exemplo, partem dessa mesma base epistemológica, sem questionar – e, quiçá, sem se dar conta – (d)o modelo de relação instrumental que estabelece entre seres humanos, outros-que-humanos e ambiente.
Inspirado nas discussões de Gregory Bateson (2000) a respeito de uma “contradição fundamental entre a linearidade dos objetivos conscientes e a organização sistêmica do ambiente” (p. 19), Mariani argumenta que, ao transformar tudo em recurso disponível, a modernidade reforça uma relação utilitarista que políticas de preservação e gestão apenas reproduzem. Preserva-se, enfim, para seguir explorando. Como alternativa, o pesquisador propõe que nos deixemos guiar por uma ética da incerteza, em que a ação humana reconhece sua dependência do ambiente e de outras formas de ação, e busca se integrar a elas, em lugar de controlá-las. “Como responder à urgência ecológica se os objetivos conscientes contribuem para agravá-la?” – pergunta-se Mariani. Em Devenir Hétéronomes, sua sugestão é receber tal questão como um desafio, como “um convite a rever nossas formas de pensar a ação para projetar formas menos lineares e menos diretas, mais difusas e, portanto, menos seguras de alcançar seus fins” (p. 27).
Para ele, devemos “condicionar a ação, torná-la dependente do mundo e, assim, incorporá-la a ele”, fazendo com que preservar seja, antes de mais nada, “um problema de integração ao curso do mundo” (pp. 27-28), e não uma projeção desde o exterior. Como alternativa, o pesquisador nos convida a repensar a ação humana a partir das relações heterônomas, isto é, relações condicionadas pelo mundo e não apenas pela vontade humana. Diferente da autonomia moderna, centrada na independência do sujeito, a heteronomia reconhece a dependência recíproca entre seres humanos e outros-que-humanos, convidando-nos a agir com o mundo, e não sobre ele. A catástrofe ecológica, desse modo, exige não mais controle e racionalização, mas integração e atenção, ou, em outros termos, uma nova forma de sabedoria sistêmica, no sentido de Bateson (2000).
Interessado pelo fenômeno emergente, na França, dos vinhos sem adição de enxofre (ou seja, sem adição de conservantes), Mariani propõe que tal acontecimento envolve transformações de cunho variado – agronômicas, enológicas, econômicas, políticas e estéticas –, além de mudanças nos modos de comercialização e consumo, bem como nas relações com o vivo e em nossas sensibilidades. Conforme escreveu alhures, é preciso “estabelecer as bases para uma abordagem de ação heterônoma mais integrada” (Mariani 2023: 376), que se contraponha à lógica das escolhas autônomas e da ação humana independente. Diante da crise ecológica que vivemos, argumenta o autor, a sabedoria agrícola situada e fenomenológica, baseada na observação, na incerteza e na interdependência, oferece uma alternativa à racionalidade moderna dominante: para ele, em lugar de nos libertarmos da natureza, talvez devamos reaprender a compor com ela, reconhecendo nossos vínculos heterônomos como fonte de sentido e existência compartilhada.
Do segundo ao quarto capítulo, Mariani nos apresenta vislumbres de sua etnografia com vitivinicultores na região de Vaucluse, sudeste da França, e descreve a produção de vinhos ditos “naturais”4 como uma forma de arte da atentividade (cf. van Dooren, Kirksey e Münster 2016), ou de perceber (cf. Tsing 2015). De acordo com ele, Paul e Julie, dois de seus principais interlocutores, são representantes de um novo tipo de relação com o meio e com os seres outros-que-humanos: mais sensível, paciente, inventivo e aberto às imprevisibilidades. O vinho sem enxofre, nesse sentido, simboliza um modo alternativo de habitar o mundo. Os vitivinicultores estudados pelo pesquisador rejeitam o uso do enxofre, substância conservante que estabiliza o vinho e garante uniformidade de sabor, e, com sua ausência, a bebida se transforma em um organismo vivo – ou mais vivo –, sujeito a variações e exigente de sensibilidade. Mais do que puramente técnica, essa escolha representa uma postura ética e estética: trata-se de acolher o imprevisível e o singular de cada safra, e é preciso, nas palavras de Mariani, aceitar a temporalidade do vinho.
Para ele, o caráter autônomo da modernidade produziu uma dessensibilização à condição mutável e estruturante do clima, ao buscar libertar a humanidade de suas dependências naturais e sazonais. Em contraposição, práticas agrícolas enraizadas, como as de Paul e Julie, revelam outra forma de racionalidade, baseada na experiência direta, na observação fenomenológica e na aceitação consciente da incerteza: ambos adotam uma epistemologia situada, em que o clima é reconhecido como agente ativo e imprevisível. Essa postura, de acordo com o pesquisador, não deve ser entendida como resignação, mas como a configuração de uma dependência consentida – um modo de compor com as forças naturais, em vez de neutralizá-las. Em suas palavras,
Ao obrigar-se a deixar que os vinhos lhe imponham o seu ritmo, apesar dos riscos envolvidos, Paul deixou, naturalmente, que eles lhe complicassem a vida: tornou a sua atividade mais difícil. Mas, ao mesmo tempo, criou as condições para uma maior atenção em relação a eles, um apego prolongado, mais assíduo, mais sensível e mais profundo. Assim, conhece-os muito mais de perto.
Ao fazer isso, ele também permitiu que eles se valorizassem de maneira diferente, por si mesmos, através da capacidade intrínseca que têm de se individualizar e se diferenciar, de não estar onde se espera que estejam. Em outras palavras, ele se impôs a reconhecê-los em sua alteridade e a lidar com ela, a ponto de assumir agora que alguns deles se fazem em poucas semanas, enquanto outros levam meses (p. 67).
Assim, os vinhos produzidos sem adição de dióxido de enxofre (SO₂), ou com quantidades mínimas desse composto químico, tornam-se mais instáveis, frágeis e imprevisíveis, mas também – e principalmente – mais singulares e expressivos. O enxofre, ao estabilizar o vinho, facilita o controle humano; quando, por outro lado, ele é removido, o vitivinicultor perde parte desse domínio: o vinho ganha autonomia, exigindo uma relação de dependência e atenção. Segundo Mariani, é essa inversão que cria um vínculo heterônomo, em que devemos nos adaptar ao ritmo e às qualidades do vinho – um desafio que questiona a lógica moderna de controle e eficiência. Evidentemente, produzir vinhos nature implica mais trabalho, riscos e incertezas, mas também se trata de nos reintegrarmos ao mundo por meio de práticas que valorizam o singular, o sensível e o incerto.
Já na metade do livro, o autor nos transporta ao Sudeste Asiático, mais especificamente à Malásia, onde a colheita do durião5, em certos contextos, consiste em esperar que o fruto caia naturalmente das árvores. O método “padrão”, adotado pela grande maioria dos produtores em outras regiões, consiste em colher os frutos antes de sua queda, e reforça, nas palavras de Mariani, “a autonomia do sujeito humano na relação”, já que é ele quem “decide o momento da colheita e sua oportunidade” (p. 77). Se, por um lado, isso permite a padronização e a produção em massa, por outro “tende a facilitar a homogeneização das culturas humana e vegetal” (p. 81), afastando-nos da tomada de uma “consciência ecológica” e da participação em um “projeto comum” (p. 83), partilhado por seres humanos e outros-que-humanos.
Na Malásia, por sua vez, onde a maioria dos agricultores “condiciona todas as suas ações” à temporalidade do durião, o fruto preserva a diversidade e a singularidade das árvores, e, como os vinhos sem enxofre, é posicionado como um partícipe ativo na relação – uma forma de entender o mundo que, segundo Mariani, se aproxima daquela do animismo. No cultivo e na colheita do durião malaio, “tudo, desde técnicas de conservação e transporte até sociabilidades, horários de trabalho e espacialidades humanas, é realizado […] de acordo com as restrições introduzidas por seu posicionamento no princípio da relação” (p. 79). Isso, no entanto, complica “enormemente a racionalização das culturas e sua economia”, já que
[…] é necessário um grande número de funcionários dedicados para colher os frutos e monitorar as árvores. Qualquer processamento em massa também se torna mais difícil, senão impossível, sem a mobilização de recursos humanos e técnicos consideráveis e dispendiosos. A opção de esperar pelos frutos complica sua comercialização e, consequentemente, dificulta a industrialização de sua agricultura (p. 79).
De modo geral, o argumento central do autor é que devemos “pensar de forma diferente sobre a ação, para além das causas intencionais, pelo que ela distribui nas coisas (de forma mais sistêmica), para além do humano” (p. 85). Em que pese tornar as coisas um pouco mais complicadas, a heteronomia, seja no caso do vinho nature, seja no caso do durião malaio, gera pluralidade, valoriza a singularidade dos seres e reforça uma consciência ecológica prática. Voltando ao célebre ensaio de Haudricourt, argumenta Mariani que seu conterrâneo vê nos vegetais – no inhame e no arroz – forças causais ativas: eles não apenas são cultivados, mas fazem fazer. Na medida que orientam práticas e cosmologias humanas, são reconhecidos como agentes, material e epistemologicamente, que tomam parte na construção de nossos mundos compartilhados.
Nos dois últimos capítulos, somos levados à Singapura, onde uma das interlocutoras do pesquisador lhe contou uma história a respeito de um durião que parou de dar frutos após a morte de sua dona. Tal cena é o ponto de partida para uma reflexão sobre o animismo como regime de conhecimento e de suas tensões com o progresso racional e científico. Para ele, “tudo acontece um pouco como se progresso e animismo estivessem em uma forma de incompatibilidade fundamental” (p. 91), quando, na verdade, deveríamos conceber o segundo como uma forma relacional de entender o mundo, como uma epistemologia da relação e da incerteza. Em suas palavras,
O sujeito heterônomo não precisa herdar uma ontologia para ser animista. Ele se torna animista espontaneamente porque é “tomado” pela alteridade, forçado a lidar com a autonomia que o define e a incerteza que a acompanha. Ele, portanto, se define pelo vínculo e por meio dele. É uma exigência considerável que ele se impõe dessa forma. E é argumento suficiente para que o levemos muito a sério: lidar com o movimento intrínseco e completo de um vinho, do clima e/ou de um ambiente é uma arte sutil e perigosa. Conciliá-lo com questões propriamente humanas é ainda mais (pp. 105-106).
A partir de uma crítica à denominada “virada ontológica” na antropologia, Mariani argumenta que é preciso levar a sério o convite para “levar as pessoas a sério”, de forma a “contribuir para a implantação de um devir epistêmico comum” (p. 97). Levar as pessoas a sério significa reconhecer-lhes um poder causal, e que suas realidades podem “comprometer e influenciar” nossa própria realidade. Caso contrário, é o “poder de participar da definição do que são seus enunciados que lhes é negado, teórica e praticamente, o poder de também produzir efeitos” (p. 94). O animismo, assim, não busca dominar ou explicar totalmente a realidade; é uma epistemologia que surge das relações heterônomas, em que o humano reconhece sua dependência do outro, e que, portanto, resulta de uma relação viva – leia-se, material –, que se baseia no reconhecimento de um devir comum. Em outros termos, a heteronomia depende da necessidade de lidar com a alteridade concreta e conviver com ela.
Já ao final da obra, Mariani se volta à sociedade laosiana pós-revolução comunista – passando, como o fez Haudricourt, das relações entre seres humanos e outros-que-humanos às relações humanas –, em que o rompimento com a ordem simbólica tradicional deslocou o poder heterônomo para as relações interindividuais, abrindo espaço à incerteza e exigindo atenção contínua às intenções dos outros – situação análoga àquelas do vinho nature e do durião. Em todos esses casos, o animismo não elimina o risco ou a incerteza, mas permite administrá-los. Como nas relações de dádiva e contradádiva (cf. Mauss 2003), “a mais heterônoma das relações sociais” (p. 109), o animismo gera vínculos que “tendem a conciliar o que parece a priori irreconciliável ao olhar moderno: constrangimento e liberdade, autonomia e conexão, a incerteza introduzida pelos outros e a segurança da convivência” (pp. 115116). Ambos, afinal, compartilham a mesma lógica: é preciso lidar com a incerteza e com a alteridade – sua capacidade de agir, diferir e afetar –, e não com garantias.
Como propôs que fizéssemos com o ensaio de Haudricourt, Mariani nos convida a ver o animismo com outros olhos – como algo “mais material”, que nasce de práticas concretas e heterônomas de relação com o vivo. No fundo, argumenta o pesquisador, “os animistas são apenas pessoas animadas por um ambiente cuja animação aceitam acolher” (p. 126). Dentre suas inúmeras contribuições para o debate antropológico, destaco as que tangenciam os estudos a respeito das relações entre seres humanos e outros-que-humanos, especialmente aqueles preocupados em entender seus processos técnicos e vitais. A obra, certamente, poderia ter se beneficiado com uma dose um pouco maior de dados etnográficos; isso, não obstante, não a priva de seu grande valor: no fundo, ela funciona como um lembrete de que a etnografia é o caminho para compreender de modo mais amplo os mecanismos que nos conduzem a desafios como a catástrofe ecológica, e de que, muitas vezes, parecemos nos esquecer de que é a etnografia – o mundo dos vivos – que serve à teoria, e não o contrário.
-
1
Nesta resenha, todas as citações em língua estrangeira foram traduzidas por mim para o português. Quaisquer erros ou imprecisões são, portanto, de minha responsabilidade.
-
financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Processos 2019/17736-6 e 2022/04226-2
-
3
Traduzido para o português por Carlos Emanuel Sautchuk e Guilherme Moura Fagundes (2013). Publicado originalmente em 1962 sob o título “Domestication des animaux, culture des plantes et traitement d’autrui”. L’Homme, 2(1): 40-50.
-
4
O autor prefere qualificar tais vinhos como nature, adjetivo “comum entre os produtores e consumidores franceses, e menos ambíguo do que ‘natural’” (p. 62), ou como “vinhos sem enxofre” (p. 59).
-
5
O durião, também conhecido como duriango, é o fruto de uma árvore de grande porte (Durio zibethinus) nativa da Malásia. Suas sementes, comestíveis depois de assadas, têm um “aroma característico e robusto”, que lembra o de ovos podres e cebolas. Considerado uma iguaria no continente asiático, o durião é reconhecido, naquela região, como o “rei das frutas” (Husin et al., 2018).
Disponibilidade de dados
Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi publicado no próprio artigo.
Referências Bibliográficas
- BATESON, Gregory. 2000. Steps to an ecology of mind: collected essays in anthropology, psychiatry, evolution, and epistemology Chicago, University of Chicago Press.
-
HAUDRICOURT, André-Georges. 2013. “Domesticação de animais, cultivo de plantas e tratamento do outro”. Série Tradução, 1: 1-18. http://www.dan2.unb.br/images/pdf/serie-traducao/Serie_Traducao07.pdf
» http://www.dan2.unb.br/images/pdf/serie-traducao/Serie_Traducao07.pdf -
HUSIN, Nurul Arneida et al 2018. A review on the nutritional, medicinal, molecular and genoma attributes of Durian (Durio zibethinus L.), the King of fruits in Malaysia. Bioinformation, 14(6): 265-270. https://doi.org/10.6026/97320630014265
» https://doi.org/10.6026/97320630014265 - LÉVI-STRAUSS, Claude. [1996] 2012. Tristes trópicos Tradução de Rosa Freire Aguiar. São Paulo, Companhia das Letras.
-
MARIANI, Léo. 2023. “Pourquoi la conservation de la biodiversité ne devrait pas être un but. Note sur l’hétéronomie des possibles”. Natures Sciences Sociétés, 31(3): 374-380. https://doi.org/10.1051/nss/2023049.
» https://doi.org/10.1051/nss/2023049 - MAUSS, Marcel. 2003. “Ensaio sobre a dádiva: forma e razão da troca nas sociedades arcaicas”. In: MAUSS, Marcel, Sociologia e Antropologia São Paulo, Cosac Naify, pp. 183-314.
- TSING, Anna. 2015. The mushroom at the end of the world Princeton, Princeton University Press.
-
VAN DOOREN, Thom; KIRKSEY, Eben; MÜNSTER, Ursula. 2016. “Multispecies Studies: cultivating arts of attentiveness”. Environmental Humanities, 8(1): 1-23. https://doi. org/10.1215/22011919-3527695.
» https://doi.org/10.1215/22011919-3527695
-
Editor-Chefe:
Guilherme Moura Fagundes
-
Editora-Associada:
Marta Rosa Amoroso
-
Editora-Associada:
Ana Claudia Duarte Rocha Marques


