Depressão e estresse têm sido associados ao prognóstico da Qualidade de Vida Relacionada à Saúde (QVRS). Contudo, não há clareza sobre quando os sintomas de depressão devem ser mensurados. Uma amostra de 177 pacientes com cardiopatia isquêmica foi acompanhada por 15 meses, para comparar o efeito do estresse e a depressão durante a internação e, três meses depois, avaliou-se a trajetória do componente físico da QVRS. Os resultados da comparação de duas curvas de crescimento latente mostraram que a depressão e o estresse pós-alta estão negativamente correlacionados com o componente físico da QVRS, e que os sintomas depressivos afetam negativamente o prognóstico desses pacientes.
Palavras-chave:
depressão; estresse; qualidade de vida; cardiopatia isquêmica; curvas de crescimento latente
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Note: n = 177; i = intercept of physical quality of life; s = slope of physical quality of life; Dep1 = depression three months after hospitalization; St1 = stress three months after hospitalization; hrqol from 1 to 4, physical quality of life measured every three months after hospitalization. Paths from the i to each hrqol measurement fixed at 1 as default in linear growth models. Paths from s to hrqol measurements were numbered from 1 to 4 to specify a linear growth model with equidistant time points. * significant at the p <.05 level; ** significant at the p <.01.