Resumo
Historicamente, faz sentido para as organizações, especialmente para aquelas envoltas pelas abordagens extremistas da sustentabilidade, priorizarem lógicas decisórias evolucionárias e instrumentais. Estas, voltam-se ao sentido que reforça o enfoque em ganhos financeiros imediatos a partir dos investimentos realizados na esfera socioambiental. Mas, essa postura, mostra-se insuficiente em suprir exigências relacionais e espaço-temporais cabíveis a uma gestão sistêmica e estratégica dos pilares econômico, ambiental e social inerentes à sustentabilidade. Estes pilares exigem decisões customizadas e inter-relacionadas que considerem trade-offs, particularidades espaciais e diferentes escalas de tempo. Nesse contexto, espera-se, a partir das contribuições do sensemaking e da abordagem das narrativas, jogar luz em sentidos alternativos para o processo decisório organizacional que circunda a sustentabilidade, discuti-los e retratá-los emframeworks.
Sustentabilidade Organizacional; Sensemaking; Narrativas; Lógica Decisória


