Este artigo analisa desafios de uma epistemologia decolonial na Educação Física. Problematiza a tese segundo a qual é necessário, na crítica colonial, transcender Ciência e a Filosofia Ocidentais e discute a indistinção entre “lugar de enunciação” e “lugar social”, oportunidade para defender que a competência epistêmica se fundamenta não na identidade daquele que fala, mas no conteúdo (aceitabilidade racional) de suas ideias.
Palavras-chave
Educação Física; Decolonial; Ciência; Epistemologia