Neste trabalho discute-se a possibilidade de uma linguagem que se desloque do esquema essencialista de Aristóteles, associando-se isto à idéia mais ampla de proporcionar (também na perspectiva pedagógica) um melhor desempenho na escritura de documentos formais. Aposta-se na possibilidade de que isso represente um modo de pensar mais adequado, mais científico, representando um ganho de percepção e de consciência de mundo, e finalmente de reconhecimento das redes que compõem a vida humana em seu processo de conhecimento e de reconhecimento da alteridade. Trata-se de buscar uma linguagem que corresponda a uma flexão do sujeito para a própria expressão, para descobrir de que ela fala, e como fala em nós (pré-conceitos).
Palavras-chave:
Essencialismo; textos formais; percepção; escrita; alteridade