Este artigo apresenta um estudo comparativo entre o poema “Cobra Norato”, de Raul Bopp e a lenda homônima, narrada por Luís da Câmara Cascudo, procurando (re)construir a linguagem como ruptura dos “velhos” padrões da poesia clássica.
Palavras-chave:
Estética modernista; símbolos; linguagem poética e cultura popular