O presente artigo analisa publicações feitas por páginas de divulgação científica brasileira no Facebook, tomando como base o conceito de responsividade proveniente da teoria bakhtiniana. Em virtude de as redes sociais disponibilizarem meios estandardizados e quantificáveis de formas responsivas, investiga parte das consequências produzidas por esse tipo de interatividade online. Concilia dados qualitativos e quantitativos do corpus analisado para produzir uma interpretação sobre o ato de curtir no Facebook. Como material, coletou todas as publicações, durante quatro meses, das páginas da Pesquisa FAPESP, Scientific American Brasil e Superinteressante. O resultado permite identificar características discursivas e temáticas dos posts que obtiveram maior repercussão entre os leitores, assim como estabelecer relações entre a leitura hipertextual, a web 2.0 e as formas responsivas produzidas nesse contexto.
Palavras-chave:
Responsividade; Análise dialógica; Redes sociais; Estandardização; Facebook
Fonte: <http://www.turquoise-creative.co.uk/facebook-redesigns-like-button>.
Fonte: <www.facebook.com> .
Fonte: <www.facebook.com> (imagem adaptada).





Fonte: https://www.facebook.com/PesquisaFapesp/
Fonte: <https://www.facebook.com/PesquisaFapesp/>.
Fonte: <https://www.facebook.com/sciambrasil/?ref=br_rs>.
Fonte: https://www.facebook.com/sciambrasil/?ref=br_rs
Fonte: <https://www.facebook.com/Superinteressante/>.