| Prediction of Stroke Risk by Detection of Hemorrhage in Carotid Plaques: Meta-Analysis of Individual Patient Data |
Schindler et al.7, 2020 |
Estudo de coorte, com 560 pacientes, que avaliou o risco de AVC em estenose carotídea, considerando a presença de hemorragia intraplaca na ressonância magnética. |
Hemorragia intraplaca, mais comum em estenose carotídea assintomática, aumenta o risco de AVC ipsilateral e é preditor independente, assim como a estenose. |
2B |
| Juxtaluminal hypoechoic area in ultrasonic images of carotid plaques and hemispheric symptoms |
Griffin et al.8, 2010 |
Avaliar o valor diagnóstico da presença de uma área hipoecogênica justaluminal sem capa ecogênica visível. |
O modelo preditivo baseado nesses parâmetros identificou 77% das placas de alto risco associadas a sintomas, com OR de 6,7 e p < 0,001. |
2 |
| Dynamic carotid plaque imaging using ultrasonography |
Giannopoulos et al.9, 2020 |
Determinar a prevalência do movimento discordante em placas carotídeas sintomáticas e assintomáticas, desenvolver uma medida de sua gravidade e avaliar a correlação com a prevalência de sintomas. |
O movimento discordante é mais frequente em casos sintomáticos do que em assintomáticos. |
2B |
| Indicações para ecodoppler de carótidas em pacientes assintomáticos – estamos solicitando corretamente? |
Silva et al.10, 2023 |
Avaliar se os especialistas solicitam eco-Doppler de carótidas com base em evidências cientificas, utilizando como parâmetros a indicação do exame, presença de fatores de risco e especialidade médica solicitante. |
Um total de 36% das solicitações foram adequadas, a hipertensão foi o fator de risco mais comum, e os cirurgiões vasculares foram os mais assertivos na escolha, com OR de 3,52 e p = 0,02 |
3 |
| Analysis of atherosclerotic plaque distribution in the carotid artery |
Yang et al.11, 2022 |
Determinar que a região mais comum de se formar as placas de ateroma nas artérias carótidas varia entre os estágios iniciais e tardios. |
Placas ateroscleróticas são mais comuns nas seções anterior e posterior das carótidas em casos de estenose leve, sendo menos frequentes nas seções laterais. |
2B |
| Time-Resolved Wall Shear Rate Mapping Using High-Frame-Rate Ultrasound Imaging |
Chee et al.12, 2022 |
Desenvolver o WASHI, uma técnica não invasiva para mapear a taxa de cisalhamento da parede nas artérias carotídeas e aprimorar o diagnóstico da aterosclerose. |
O WASHI foi testado em modelos in vitro e de bifurcação carotídea, mostrando alta precisão (erro médio de 4,6%) e capacidade de rastrear o movimento da parede arterial, com padrões de cisalhamento oscilantes e alta WSR em modelos doentes. |
5 |
| Wall shear rate and energy loss coefficient measures using conventional Doppler ultrasound do not predict carotid plaque progression. |
Goudot et al.13, 2023 |
O objetivo foi avaliar se a WSR) e o ELC podem prever a progressão da aterosclerose carotídea usando ultrassom Doppler. |
As medidas de WSR e ELC obtidas por ultrassom Doppler convencional não apresentaram correlação significativa com a morfologia ou progressão das placas carotídeas. |
2B |
| The Paradox Effect of Calcification in Carotid Atherosclerosis: Microcalcification is Correlated with Plaque Instability |
Montanaro et al.14, 2021 |
Investigar a associação entre características histopatológicas, calcificações, biomarcadores inflamatórios e fatores de risco em placas carotídeas mini. |
Microcalcificações foram associadas a placas altamente inflamadas e instáveis, enquanto macrocalcificações parecem estabilizá-las, estando ligadas à polarização de macrófagos M2. |
3B |
| Criteria for Carotid Atherosclerotic Plaque Instability. |
Ignatyev et al.15, 2021 |
Determinar os critérios de instabilidade da placa carotídea por meio de ultrassonografia duplex, elastografia, análise histológica, imunoensaio fluorescente e ressonância paramagnética eletrônica, correlacionando com achados histológicos. |
Plaquetas com área > 90 mm2, índice de volume > 0,6 cm3 e área justaluminal preta ≥ 8 mm2 foram fortes preditores de instabilidade, com 94% de prevalência de placas instáveis nessas condições. A análise imunohistoquímica encontrou mais células inflamatórias e de neovascularização em placas instáveis. |
2B |
| Carotid plaque imaging and the risk of atherosclerotic cardiovascular disease |
Zhu et al.16, 2020 |
Revisar estudos sobre métodos de imagem, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, ultrassonografia e ultrassonografia intravascular, para analisar as características vulneráveis da placa carotídea e sua correlação com o risco cardiovascular. |
Técnicas como tomografia computadorizada e ressonância magnética são superiores em detectar vulnerabilidade de placa carotídea. |
5 |
| Carotid Plaque Neovascularization Detected With Superb Microvascular Imaging Ultrasound Without Using Contrast Media |
Zamani et al.17, 2019 |
Avaliar a viabilidade do ultrassom com imagem microvascular para detectar neovascularização intraplaca em placas carotídeas, comparando-o com ultrassom convencional, ultrassom com contraste e avaliações histológicas. |
A imagem microvascular superior mostrou boa correlação com a ultrassonografia com realce por contraste e identificou mais neovesséis em placas. É uma alternativa não invasiva eficaz para avaliar a estabilidade das placas carotídeas. |
2B |
| External carotid artery plaques are associated with intracranial stenosis in patients with advanced coronary artery disease |
Valaikiene et al.18, 2019 |
Avaliar a associação entre placas na artéria carótida externa e estenose intracraniana assintomática em pacientes com doença arterial coronariana avançada, diagnosticada por ultrassonografia duplex extracraniana e ultrassonografia transcraniana colorida. |
Placas na artéria carótida externa foram encontradas em 62,7% dos pacientes e associadas a uma maior incidência de estenose intracraniana. Modelos de regressão mostraram que a presença de placas na artéria carótida externa e estenose significativa na artéria carótida interna são fatores importantes para a estenose intracraniana. |
3B |
| Increased serum chemerin levels associated with carotid intima-media thickness |
Demi̇r et al.19, 2021 |
Analisar a associação entre os níveis séricos de quemerina e a espessura da parede arterial carótida como marcador de aterosclerose. |
Níveis elevados de quemerina sérica estão associados à espessura da parede arterial carótida, sugerindo uma ligação com a doença cerebrovascular aterosclerótica. |
2B |
| Early identification of carotid vulnerable plaque in asymptomatic patients |
Jiao et al.20, 2020 |
Associar a identificação de placas vulneráveis carotídeas com ultrassonografia Doppler colorida e marcadores séricos (MMP-9, LOX-1 e YKL-40), utilizando testes estatísticos e regressão logística para análise dos dados. |
Altos níveis de MMP-9, LOX-1 e YKL-40 são indicadores eficazes para detectar placas instáveis, com uma acurácia de 84,92%. Essa combinação de testes se mostra superior aos métodos tradicionais na identificação de placas vulneráveis em pacientes assintomáticos. |
2B |
| An Ultrasonographic Multiparametric Carotid Plaque Risk Index Associated with Cerebrovascular Symptomatology: A Study Comparing Color Doppler Imaging and Contrast-Enhanced Ultrasonography. |
Rafailidis et al.21, 2019 |
Comparar índices multiparamétricos ultrassonográficos, utilizando Doppler colorido e ultrassonografia com contraste para avaliar placas carotídeas sintomáticas e assintomáticas. |
Placas sintomáticas apresentaram maior estenose, menor mediana de escala de cinza e índices de vulnerabilidade mais altos. A ultrassonografia com contraste demonstrou a melhor precisão diagnóstica, embora sem significância estatística em comparação com os outros métodos. |
3A |
| Cerebral Ischemic Events Ipsilateral to Carotid Artery Stenosis. The Carotid Asymptomatic Stenosis (CARAS) Observational Study: First Year Preliminary Results. |
Pini et al.22, 2022 |
Estimar o risco de eventos isquêmicos cerebrais em pacientes com estenose carotídea assintomática em tratamento médico durante o primeiro ano de acompanhamento. |
No primeiro ano, 2,3% dos pacientes tiveram eventos isquêmicos ipsilaterais. A progressão das placas foi encontrada em 14% dos pacientes e associada a mais eventos neurológicos. Houve seis mortes (2%) no período. |
2B |
| Five Year Outcomes in Men Screened for Carotid Artery Stenosis at 65 Years of Age: A Population Based Cohort Study |
Högberg et al.23, 2019 |
Analisar os desfechos de homens de 65 anos após 5 anos de monitoramento por ultrassonografia de carótida e identificar os fatores que contribuem para a progressão da doença. |
Entre os homens reavaliados aos 70 anos, 1% com carótidas normais e 3,6% com placas avançaram para estenose moderada. A progressão para estenose severa foi rara, com sintomas em 0,6%. Regressão da doença foi comum. Fatores como tabagismo e hipercolesterolemia foram associados à progressão. |
1B |
| Cost Effectiveness of Assessing Ultrasound Plaque Characteristics to Risk Stratify Asymptomatic Patients With Carotid Stenosis. |
Baradaran et al.24, 2019 |
Analisar a custo-efetividade de usar ultrassonografia para identificar placas carotídeas de alto risco em pacientes assintomáticos e determinar quem precisaria de cirurgia. |
Revascularização guiada por ecogenicidade das placas foi mais custo-efetiva, com menor custo por ano de vida ajustado pela qualidade comparado a estratégias baseadas apenas na progressão da estenose. |
2C |
| Accuracy of duplex ultrasonography versus angiotomography for the diagnosis of extracranial internal carotid stenosis. |
Daolio et al.25, 2024 |
Avaliar a precisão, sensibilidade e especificidade da ultrassonografia duplex em comparação com a angiotomografia na detecção de estenose da artéria carótida interna, com 45 pacientes e 84 artérias analisadas. |
O duplex scan teve uma precisão de 69% para estenoses de 50-94% e 84% para estenoses de 70-94%. A análise por angiotomografia apresentou variações significativas entre avaliadores, afetando o manejo clínico em mais de 37% dos casos. |
1B |