A partir da identificação de um contexto particular na porção noroeste de Minas Gerais, caracterizado por relativa efervescência artístico-cultural, buscamos, neste artigo, analisar os usos estratégicos do patrimônio cultural imaterial. Inscrevem-se nessas estratégias o apelo performático à literatura e a adesão persuasiva ao discurso da economia criativa. A observação sugere reflexão acerca da autoria e da autenticidade das ações locais.
Palavras-chave:
Literatura; Economia criativa; Contra-tendência.
Fonte: elaborada por Rossano Marchetti Ramos a partir da Base Cartográfica do IBGE, 2015; editada pelos autores para conter os distritos de Sagarana (Arinos) e da Serra das Araras (Chapada Gaúcha.) e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas.
Fonte: Instituto Rosa e Sertão e Prefeitura Municipal de Chapada Gaúcha.
Fonte: elaborada pelos autores, a partir de informações de Lauro Linhares.