Os intercâmbios entre o Brasil e os EUA em torno da educação sanitária das crianças responderam, nas décadas iniciais do século XX, pela circulação de sujeitos, saberes e impressos, envolvendo acordos entre órgãos governamentais de saúde pública, agências internacionais e organizações da sociedade civil. Este artigo apresenta fonte significativa para a compreensão dos processos de produção e circulação transnacional de impressos destinados ao ensino de noções de higiene e saúde: o Alfabeto da saúde da criança, livro ilustrado em formato de abecedário, publicado em Nova York e adaptado para o português por J.P. Fontenelle, médico-educador que realizou estágio na Universidade Johns Hopkins, com bolsa da Fundação Rockefeller.
Palavras-chave:
Educação sanitária; livros ilustrados; história transnacional
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