| HOLSBEEKE et al. (2009)9
|
Holanda / Transversal |
Examinar a relação entre a capacidade motora (o que a criança pode fazer em um ambiente padronizado e controlado e o que pode fazer em seu ambiente diário), e entre desempenho motor de crianças com PC. |
1,5 (±NI)*** |
n=85 Masc=47 Fem=38 |
GMFCS |
I=27(32,0) II=10(12,0) III=23(27,0) IV=17(20,0) V=8(9,0) |
PEDI |
O PEDI apresenta boas propriedades psicométricas. |
| GUNEL et al. (2009)10
|
Turquia / Transversal |
Investigar a relação entre os sistemas de classificação funcional: MACS (Manual Ability Classification System), GMFCS (Motor Function Classification System) e WeeFim em crianças com PC espástica. |
7,0 (±NI)*** |
n=185 Masc=101 Fem=84 |
GMFCS |
I=64(34,5) II=27(14,5) III=38(20,5) IV=35(18,9) V=21(11,6) |
WeeFIM |
É um dos métodos mais utilizados para a avaliação funcional pediátrica; estudos têm demonstrado sua confiabilidade e validade, tanto para crianças com deficiência quanto para crianças saudáveis. |
| SMITS et al. (2010)11
|
Holanda / Coorte |
Examinar a relação entre a capacidade motora grossa e mobilidade diáriaem crianças com PC; e explorar a moderação desta relação com a gravidade da PC. |
6,2 (±1,0) |
n=116 Masc=76 Fem=40 |
GMFCS |
I=56(48,0) II=20(17,0) III=17(15,0) IV=9(8,0) V=14(12) |
PEDI |
A versão holandesa do PEDI foi usada por apresentar boas propriedades psicométricas. |
| MEESTER- DELVER et al. (2009)12
|
Holanda / Transversal |
Validar o CAP e verificar a associação entre os domínios do CAP e do PEDI (Assistência do cuidador), assim como a contribuição independente de cada domínio do CAP ao PEDI (Habilidades Funcionais) |
2,6 (±NI)*** |
n=72 Masc=56 Fem=16 |
GMFCS |
I=24(33,3) II=8(11,1) III=18(25,0) IV=14(19,5) V=8(11,1) |
PEDI |
O CAP classifica as necessidades de cuidados adicionais das crianças. |
| HALEY et al. (2009)13
|
Canadá e Estados Unidos / Transversal |
Examinar as propriedades psicométricas de um novo banco de dados e simular um teste adaptado para avaliar habilidades em crianças com PC. |
10,7 (±4,0) |
n=308 Masc=169 Fem=139 |
GMFCS |
I=75(24,3) II=91(29,6) III=79(25,6) IV=37(12,0) V=26(8,5) |
PODCI WeeFIM |
O PODCI é comumente usado em ambientes clínicos e em pesquisas para medir a habilidades em crianças com PC. O WeeFim é uma medida padrão usada em muitos hospitais e seus escores incluem uma pontuação da função motora. |
| MOREAU et al. (2010)14
|
Estados Unidos / Caso Controle |
Desenvolver um modelo de regressão preditivo de torque máximo do extensor do joelho; e quantificar as relações entre os parâmetros estruturais musculares e medidas de atividade e participação em crianças e adolescentes com e sem PC. |
12,0 (±3,2) 12,3 (±3,9) |
n=18 PC* 12 DT** Masc=9PC Fem=9 PC Masc=2DT Fem=10DT |
GMFCS |
I=4(22,2) II=2(11,1) III=9(50,0) IV=3(16,6) V=0(0,0) |
PODCI ASKp |
O PODCI tem sido amplamente administrado em crianças com PC, tem alta consistência interna, boa confiabilidade teste-reteste, excelente validade concorrente com o GMFCS e é sensível a alterações após cirurgias ortopédicas. O ASKp é capaz de discriminar entre os níveis do GMFCS em indivíduos com PC em todos os subdomínios; tem excelente confiabilidade teste-reteste e boa validade (conteúdo, concorrente e de constructo) em crianças com distúrbios musculoesqueléticos. |
| ÖHRVALL et al. (2010)15
|
Suécia / Transversal |
Investigar a aquisição de habilidades de autocuidado e mobilidade em crianças com PC em relação à sua capacidade manual e função motora grossa. |
8,1 (±3,9) |
n=195 Masc=122 Fem=73 |
GMFCS |
I=90(46,0) II=32(16,0) III=29(15,0) IV=21(11,0) V=23(12,0) |
PEDI |
Não informado. |
| PARKES; McGULLOUGH; MADDEN (2010)16
|
Irlanda do Norte (UK) / Transversal |
Descrever a participação de crianças com PC em situações da vida diária; investigar a relação entre a participação das crianças com características paternas; comparar a frequência de participação de crianças com PC com crianças sem deficiência. |
9,81 (±NI)*** |
n=102 Masc=63 Fem=39 |
GMFCS |
I=17(17,0) II=32(31,0) III=17(17,0) IV=14(14,0) V=22(22,0) |
LIFE-H |
O LIFE-H já foi usado anteriormente em populações com PC, é validado e mostra evidências de confiabilidade satisfatória. |
| KERR et al. (2011)17
|
Irlanda / Longitudinal Prospectivo |
Descrever a relação da idade com a eficiência energética durante a marcha, atividade e participação em crianças com PC. |
10,8 (±3,6) |
n=184 Masc=112 Fem=72 |
GMFCS |
I=57(31,0) II=91(49,5) III=22(12) IV=14(7,5) V=0(0,0) |
PEDI |
O PEDI foi desenvolvido para avaliar a funcionalidade de crianças com idades entre 6 meses a 7 anos de idade, mas pode ser utilizado em crianças mais velhas, desde que apresentem habilidades funcionais inferiores a esperada de crianças com desenvolvimento típico com idade entre 7 anos e 6 meses. |
| TSENG et al. (2011)18
|
Taiwan / Transversal |
Identificar os determinantes da função diária em uma amostra de crianças com PC. |
8,2 (±3,4) |
n=216 Masc=124 Fem=92 |
GMFCS |
I=44(20,4) II=51(23,6) III=52(24,1) IV=30(13,9) V=39(18,1) |
PEDI |
Quando usado em crianças com PC, o PEDI mostra excelente consistência interna, confiabilidade teste-reteste, validade concorrente, e validade discriminativa. |
| KIM; PARK (2011)19
|
Coreia / Transversal |
Examinar a relação causal entre a espasticidade, fraqueza, função motora grossa, e resultado funcional em crianças com PC e modelos testados de medidas funcionais mediada pela função motora grossa. |
10,3 (±1,7) |
n=81 Masc=50 Fem=31 |
GMFCS |
I=14(17,3) II=9(11,1) III=13(16,0) IV=5(6,2) V=40(49,4) |
PEDI |
Não informado. |
| MOREAU; FALVO; DAMIANO (2012)20
|
Estados Unidos / Caso Controle |
Examinar a taxa de desenvolvimento de força e as características de impulso dos extensores do joelho em crianças com PC e aquelas com desenvolvimento típico e determinar quais os parâmetros musculares preditivos da força e impulso. |
11,9 (±2,9) G911,3 (±3,0) |
n=12 PC* 11 DT** Masc=NI*** Fem=NI*** |
GMFCS |
I=4(33,3) II=2(16,7) III=6(50,0) IV=0(0,0) V=0(0,0) |
PODCI ASKp |
O PODCI mede a função física autorreferida e aspectos psicossociais do estado de saúde em crianças com deficiência musculoesquelética. O ASK também é uma medida de autorrelato da criança, confiável, válido e responsivo à deficiência física. |
| RAMSTAD et al. (2012)21
|
Noruega / Transversal |
Explorar a contribuição da dor musculoesquelética recorrente e da saúde mental para os elementos da participação em crianças com PC. |
14,0 (±3,0) |
n=105 Masc=54 Fem=51 |
GMFCS |
I=35(33,0) II=42(40,0) III=16(15,0) IV e V=12(11,0) |
LIFE-H |
O LIFE-H tem mostrado boa discriminação entre níveis de participação; e a versão para crianças tem sido validada em crianças com várias deficiências, incluindo a PC, com resultados de moderados a excelentes. |
| CAMARGOS et al. (2012)22
|
Brasil / Transversal |
Avaliar a relação entre independência funcional e qualidade de vida de crianças com PC. |
7,7 (±2,3) |
n=30 Masc=21 Fem=09 |
GMFCS |
I=9(30,0) II=6(20,0) III=2(6,7) IV=2(6,7) V=11(36,6) |
PEDI |
Não informado. |
| VOS et al. (2013)23
|
Holanda / Longitudinal Prospectivo |
Descrever as trajetórias de desenvolvimento da mobilidade e desempenho nas atividades de vida diária em crianças e jovens com PC; e explorar a influência da função motora grossa e deficiência intelectual sobre estas trajetórias. |
NI (±NI)*** Idade variou entre 1 e 16 anos |
n=424 Masc=NI*** Fem=NI*** |
GMFCS |
I=212(50,0) II=55(13,0) III=60(14,0) IV=55(13,0) V=42(10,0) |
VABS |
O VABS é um instrumento confiável e validado. |
| BJORNSON et al. (2013)24
|
Estados Unidos / Longitudinal Prospectivo |
Examinar a hipótese de que a influência da capacidade de exercício físico sobre a participação é mediada por meio do desempenho de atividade. |
6,2 (±2,3) |
n=128 Masc=76 Fem=52 |
GMFCS |
I=44(35,0) II=54(42,0) III=30(23,0) IV=0(0,0) V=0(0,0) |
LIFE-H ASKp CAPE/CAP |
O LIFE-H e o CAPE/CAP foram escolhidos porque foram desenvolvidos a partir de diferentes modelos teóricos, foram validados com diferentes metodologias e medem a participação sob perspectivas complementares. O ASKp é uma medida autorreferida ou relatada por pais destinado a crianças entre 5 e 15 anos. |
| PARK; KIM (2013)25
|
Coreia / Transversal |
Confirmar o constructo do comprometimento motor e realizar um modelo de equações estruturais entre comprometimento motor, função motora grossa, e os resultados funcionais sobre as atividades de vida diária em crianças com PC. |
11,4 (±1,75) |
n=98 Masc=59 Fem=39 |
GMFCS |
I=16(16,3) II=10(10,2) III=15(15,3) IV=6(6,1) V=51(52,0) |
PEDI |
Não informado. |
| ELAD et al. (2013)26
|
Israel / Transversal |
Investigar a concordância entre os profissionais de saúde e mães em relação à capacidade e desempenho de crianças com PC, e o impacto da gravidade da PC nesta concordância. |
8,8 (±2,1) |
n=73 Masc=40 Fem=33 |
GMFCS |
I=6(8,2) II=26(35,6) III=15(20,5) IV=16(21,9) V=10(13,7) |
PEDI |
O PEDI é uma medida amplamente utilizada e bem vista na pesquisa em PC e em ambientes clínicos; e é considerado válido e confiável em crianças com PC com idades entre 6 e 12 anos. |
| KWON et al. (2013)27
|
Coreia / Transversal |
Investigar a relação entre a função motora grossa e habilidade funcional diária em crianças com PC e explorar como esta relação é moderada pelo GMFCS, BFMF (Bimanual Fine Motor Function), tipos neuromotores e acometimento dos membros na PC. |
5,9 (±1,5) |
n=112 Masc=64 Fem=48 |
GMFCS |
I=32(28,6) II=31(27,7) III=28(25,0) IV=16(14,3) V=5(4,5) |
PEDI |
Avalia as habilidades funcionais diárias em crianças com PC para fins clínicos e experimentais. |
| ASSIS-MADEIRA; CARVALHO; BLASCOVI-ASSIS (2013)28
|
Brasil / Transversal |
Investigar a influência do nível socioeconômico sobre o desempenho funcional de crianças com PC. |
5,13 (±1,4) |
n=49 Masc=24 Fem=25 |
GMFCS |
I e II=16(32,6) III=17(34,7) IV e V=16(32,6) |
PEDI |
Não informado. |
| BULT et al. (2012)29
|
Holanda / Longitudinal |
Determinar qual criança, família e variáveis ambientais medidas na idade de 2 anos de idade preveem a participação no lazer, em atividades formais e informais de crianças em idade escolar e com PC. |
2,6 (±1,0) |
n=46 Masc=26 Fem=20 |
GMFCS |
I=14(30,0) II=3 (7,0) III=13(28,0) IV=11(24,0) V=5(11,0) |
CAPE/PAC VABS PEDI |
Não informado. |
| BJORNSON et al. (2014)30
|
Estados Unidos / Coorte |
Examinar a relação entre o desempenho na marcha e participação na mobilidade relacionada aos hábitos de vida diária em crianças PC. |
6,2 (±2,3) |
n=128 Masc=76 Fem=52 |
GMFCS |
I=44(35,0) II=54(42,0) III=30(23,0) IV=0(0,0) V=0(0,0) |
LIFE-H |
Não informado. |
| SMITS et al. (2014)31
|
Holanda / Longitudinal Prospectivo |
Investigar as relações entre mudanças na capacidade motora (o que faz no ambiente padronizado e o que é capaz de fazer no ambiente diário), e desempenho motor em crianças com PC. |
6,6 (±3,9) |
n=321 Masc=200 Fem=121 |
GMFCS |
I=135(42,0) II=48(15,0) III=54(17,0) IV=42(13,0) V=42(13,0) |
PEDI |
O PEDI identifica mudanças na capacidade motora e no desempenho motor de crianças com PC. |
| KETELAAR et al. (2014)32
|
Holanda / Coorte |
Descrever o desenvolvimento da capacidade de mobilidade e de autocuidado em crianças com PC e analisar se o desenvolvimento dessas capacidades difere pelo grau de gravidade da PC. |
NI*** (±NI)*** Idade variou de 1 a 4 anos |
n=92 Masc=54 Fem=38 |
GMFCS |
I=28(30,4) II=12(13,0) III=23(25,0) IV=20(21,7) V=09(9,8) |
PEDI |
O PEDI é um instrumento padronizado que utiliza o relato dos pais por meio de uma entrevista estruturada. |