Apresenta-se a necessidade contínua do legado de Paulo Freire na práxis das políticas educacionais atuais, especialmente no contexto da decolonização e dos direitos humanos. Discute-se como muitas políticas educacionais que se autodenominam Freirianas podem carecer do verdadeiro amor e comprometimento que ele defendeu. A investigação é realizada através de transmetodologias, com a desconstrução rizomática, focando na complexidade e na decolonização. Discute-se a importância da revolta contra a injustiça para sustentar a Libertação Freiriana como política educacional atual da humanidade na terra - pátria. Argumenta-se que a verdadeira libertação envolve um processo doloroso e necessário de desconstrução e reconstrução de estruturas opressivas. Há críticas aos exames padronizados e aos currículos uniformes que reforçam a ideia de meritocracia e competição, em vez de incentivarem o pensamento crítico. Aponta como a educação institucionalizada, em vez de promover a libertação e a transformação, perpetua o status quo opressivo. Por fim, defende-se uma reconstrução da educação baseada nos princípios Freirianos, que inclua uma perspectiva transdisciplinar decolonial, assumindo o compromisso dos educadores com a libertação.
Palavras-chave:
Paulo Freire; Políticas Educativas; Práxis; Transmétodo