O presente artigo analisa o desempenho do ChatGPT (versão GPT-3.5 gratuita) na geração de conteúdos sobre ácidos e bases voltados ao Novo Ensino Médio (NEM) e ao Ensino Superior (ES). A pesquisa, de abordagem qualitativa, comparou respostas da IA com livros didáticos e literatura acadêmica, utilizando prompts elaborados com base no modelo TCI (Tarefa, Contexto e Instruções). Os resultados mostram que o ChatGPT adapta a linguagem ao público-alvo, mas comete erros conceituais e simplificações inadequadas, especialmente ao confundir teorias como Arrhenius, Brønsted-Lowry, Lewis e Pearson. Conclui-se que, apesar de seu potencial como ferramenta pedagógica complementar, o uso do ChatGPT deve ser supervisionado por docentes para garantir a exatidão conceitual e favorecer uma aprendizagem crítica e significativa, sobretudo em conteúdos complexos da Química.
Palavras-chave:
Ensino de Ciências; Tecnologias Digitais; Inteligência Artificial
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Fonte: Os autores.