Neste artigo, reflete-se sobre a produção da escritora brasileira Maria Esther Maciel, com especial atenção às suas incursões pela zoopoética, as quais se associam também à sua carreira como professora e pesquisadora. O fio condutor do artigo é o livro Pequena enciclopédia de seres comuns, escrito por Maciel (2021) e ilustrado por Julia Panadés. Nele uma série de verbetes mescla animais, plantas e outros seres vivos, ficcionais ou não. Sua estrutura reforça os deslizamentos entre as diversas espécies que compõem o livro, assim como entre a arte e a ciência, levando os leitores a pensar acerca dos próprios processos de classificação que ordenam nossa produção de conhecimento e das relações entre humanos e não humanos.
Palavras-chave:
zoopoética; hibridismo; arte; ciência
Thumbnail
Thumbnail
Fonte:
Fonte: