Por intermédio de uma textura crítico-poética, o presente ensaio apresenta uma reflexão sobre a representação da morte no romance Flor de Pedra (2024), de João Carrascoza. Sem perder um tom subjetivo e confessional, uma espécie de “Eu Crítico” navega de uma forma errática entre as nuances do romance e as particularidades da sua própria vida. Ao final de contas, o que está em jogo é um espelhamento entre o lido e o vivido. Dessa forma, a escrita ensaísta, aqui apresentada, caracteriza-se como um tour de force que desfaz as fronteiras entre a crítica literária e a escrita criativa.
Palavras-chave:
memória; subjetividade; literatura contemporânea; autoria
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Fonte: Nuno Ramos (1998)
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