Considerados locais "sujos" ou que "atrapalhavam" o desenvolvimento das cidades, muitos mercados de abastecimento foram remanejados para zonas periféricas dos centros urbanos. Atualmente eles vêm sendo recuperados como "patrimônios", expressando concepções urbanísticas alternativas e passando a ser alvos de políticas públicas voltadas para o turismo. Este artigo analisa o caso de projetos urbanísticos para a reconstrução de um mercado no centro da cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é expor diferentes concepções urbanísticas relacionadas aos mercados do Rio, assim como distintas articulações entre urbanismo e processos de patrimonialização.
Palavras-chave:
mercados; patrimônio; políticas públicas; urbanismo; Rio de Janeiro
(Correio da Manhã, 10 de janeiro de 1962. Arquivo Nacional)
(Fonte:
(Fonte: Acervo Cadeg, s/d)
(Guia das APACs,
(O Globo, 6 de maio de 1987. Iphan/Copedoc/Arquivo Geral)
(Jornal do Brasil, Coluna Cidade, 6 de maio 1987. Iphan/ Copedoc/Arquivo Geral)
(Jornal do Brasil, 16 de janeiro 1988. Iphan/Copedoc/Arquivo Geral)