A primeira onda feminista curitibana surgiu na Primeira República e ganhou espaço na esfera pública da cidade, suscitando fortes debates e evidenciando as contradições de uma sociedade que se pretendia moderna e liberal, mas ainda estava calcada no machismo provinciano. Nesse contexto, este artigo pretende discutir as relações entre imprensa e feminismo na primeira metade do século XX em Curitiba por meio de uma investigação do estado da arte. Os resultados alcançados indicam que o fato de algumas mulheres terem rompido as barreiras da invisibilidade não impediu que fossem relegadas a um papel coadjuvante.
Palavras-chave:
Feminismo; História da imprensa; Curitiba