| Avelar et al.15
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Verificar se a ultrassonografia vascular aumenta a assertividade na utilização do CIP e o tempo de permanência do cateter quando comparado ao método tradicional de punção. |
Não foram observadas diferenças significativas na taxa de sucesso global (p=0,970), na taxa de sucesso na primeira tentativa (p=0,232), nem no tempo de permanência do cateter (p=0,121). |
| Benkhadra et al.11
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Comparar o uso do ultrassom vascular com a técnica padrão em crianças < 3 anos que necessitam de anestesia geral. |
O ultrassom reduziu o tempo médio da CIP (63,5 segundos versus 420,5 segundos, p<0,001); o número médio de punções (1 versus 2,5, p=0,004); e aumentou a taxa de sucesso na primeira tentativa (85% versus 35%, p=0,0012), quando comparado ao método tradicional. A taxa de sucesso global não diferiu significativamente entre os grupos (90% versus 85%, ultrassom versus técnica padrão, p= 0,63) |
| Bair et al.12
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Determinar se o uso de uma técnica de ultrassom estática poderia: a) permitir aos clínicos visualizar veias periféricas; b) melhorar as taxas de sucesso da CIP. |
Os grupos que utilizaram o ultrassom obtiveram a mesma taxa de sucesso quando comparados ao método tradicional (57%). Porém, o sucesso da CIP na primeira tentativa foi maior no grupo de ultrassom, quando comparados ao método tradicional (35%, versus 29%). |
| Curtis et al.13
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Determinar se o uso de ultrassom ou infravermelho para orientar a CIP seria mais eficaz do que o método padrão na obtenção de um cateter bem sucedido na primeira tentativa. |
Não foram observadas diferenças significativas na taxa de sucesso na primeira tentativa - população geral: (p=0,3) menores de 3 anos: (p=0,2); nem no tempo de procedimento (p< 0,5), assim como o número de tentativas tanto para a amostra total (Ultrassom: 1 versus método tradicional: 1) quanto em menores de 3 anos (Ultrassom: 1,5 versus método tradicional: 1). |
| Oakley & Wong14
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Avaliar a implementação e a utilidade do ultrassom vascular para auxiliar a CIP em um departamento de emergência pediátrica. |
O ultrassom aumentou a taxa de sucesso na amostra geral (42% versus 38%, p=0,08) e em pacientes com acesso difícil (sucesso 35% versus 18%, p= 0,003), como também a taxa de sucesso na tentativa (64% versus 49%, p=0,08). As tentativas com o uso do ultrassom vascular demoraram mais do que as tentativas com o método tradicional (4 minutos versus 2 minutos e 15 segundos, p<0,001). |
| Avelar et al.15
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Analisar se o uso do ultrassom vascular durante a inserção rotineira de cateteres periféricos aumenta a taxa de sucesso e reduz a incidência de infiltração e flebite, em comparação com o método de referência padrão para inserção do cateter. |
Não foram observadas diferenças significativas na taxa de sucesso em nenhum dos subgrupos analisados: >2 anos (p=0,148); 2-7 anos (p= 0,848);7–12 anos (p=0,538); 12 – 18 anos: (p=0,055). Já com relação à ocorrência de complicações, a infiltração aumentou significativamente com o uso do ultrassom vascular (73,9% versus 51,1%; p=0,026). |
| Takeshita et al.16
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Examinar os fatores que afetam a CIP de veias invisíveis e impalpáveis em crianças e avaliar o melhor sítio para cateterismo guiado por ultrassom. |
O uso do ultrassom vascular aumentou a taxa de sucesso da CIP (68% versus 39%; (p=0,002) e reduziu o tempo de procedimento (54” versus 180”; p=0,003) |
| Doniger et al.17
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Avaliar se o uso do ultrassom melhora a taxa de sucesso, reduz o número de tentativas, o número de redirecionamentos de agulhas e o tempo total para a CIP em pacientes pediátricos com acesso difícil em uma emergência pediátrica. |
As taxas globais de sucesso para o grupo ultrassom foram 80%, e para o grupo controle, 64% (p=0,208). O ultrassom reduziu o tempo total (6,3 versus 14,4 minutos, p=0.001) e o número de tentativas (mediana, 1 contra 3; p=0.004), quando comparado ao método tradicional. |
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| Vinograd et al.18
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Determinar se a ultrassonografia melhora as taxas de sucesso na primeira tentativa de CIP, em comparação com métodos tradicionais de palpação para crianças com acesso difícil. |
O ultrassom aumentou a taxa de sucesso da primeira tentativa (85,4% versus 45,8%), reduziu o número médio de tentativas (2 versus 1) e o tempo de realização do procedimento (28 minutos versus 14 minutos), aumentando a permanência do cateter (4,5 dias versus 2,6 dias). Não foram encontradas diferenças significativas na ocorrência de complicações (48% no grupo controle versus 40% no grupo ultrassom) (p>0,05). |
| Gopalasingam et al.19
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Comparar o uso do ultrassom com a técnica padrão de palpação para CIP em crianças anestesiadas submetidas a procedimentos eletivos de baixo risco. |
A taxa de sucesso da primeira tentativa e a taxa de sucesso global foram maiores com o uso do ultrassom (84% versus 60%; p=0,029 e 100% versus 84%; p=0,008), respectivamente. O número de tentativas não obteve diferença significante (p= 0,05) e o tempo de realização do procedimento foi ligeiramente maior no grupo ultrassom (192 segundos versus 102 segundos), porém sem significância estatística (p=0,073). |
| Rothbart et al.20
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Avaliar se o uso do Accuvein® (AV300) facilita a CIP em crianças |
O Accuvein® reduziu o tempo médio da CIP bem sucedida, quando comparado ao método tradicional (1 minutos versus 2 minutos, p <0,01), porém aumentou o número médio de tentativas (2 versus 1, p <0,01) e reduziu a taxa de sucesso na primeira tentativa (0,45% versus 0,73%, p <0,01). |
| Kaddoum et al.21
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Avaliar a eficácia do Accuvein® (AV300) para melhorar a taxa de sucesso na primeira tentativa da CIP de pacientes pediátricos anestesiados. |
A taxa de sucesso na primeira tentativa não obteve aumento com resultados significantes na amostra geral nem no subgrupo de menores de 2 anos (p=0,85 e 0,62), assim como o número de tentativas (p=0, 86) e o tempo de procedimento (p=0,047). |
| Demir et al.22
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Determinar o efeito do uso de um dispositivo de visualização de veias no sucesso do procedimento com base no número de tentativas por paciente, duração do procedimento e a taxa de sucesso na primeira tentativa. |
O tempo de procedimento foi menor com o uso do Accuvein® do que com o método tradicional (37,24 versus 172,6 segundos; p=0,001), com menos tentativas (1,08 versus, 2,23 p<0,01). O uso do Accuvein® também aumentou a taxa de sucesso na primeira tentativa (91,7% versus 47,4%; p=0,001). |
| Kim et al.7
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Comparar a taxa de sucesso na primeira tentativa da CIP entre o método tradicional e o uso do VeinViewer®. |
O uso do VeinViewer® obteve maior taxa de sucesso na primeira tentativa (72% versus 57%), porém sem significância estatística (p=0,526). Ao fazer a regressão logística considerando os pacientes com acessos venosos difíceis, o resultado foi significativo (p=0,048). |
| Hess23
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Avaliar a eficácia de um dispositivo de visualização de veias sobre o sucesso das CIP realizadas por enfermeiros em uma unidade cirúrgica pediátrica |
O uso do VeinViewer® aumentou a taxa de sucesso na primeira tentativa (80%), quando comparado ao método tradicional (49%) (p<0,01), assim como reduziu o número de tentativas de 1,97 para 1,29 (p <0,001). |
| Chapman et al.24
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Avaliar se o uso do VeinViewer® reduz o tempo e o número de tentativas da CIP em crianças no departamento de emergência pediátrica. |
A taxa de sucesso na primeira tentativa não obteve resultados significantes nem na amostra geral nem no subgrupo de 0-2 anos (p=0,53 e 0,19, respectivamente), assim como o número de tentativas (p= 0,3) já o tempo de procedimento obteve redução significativa com o uso do VeinViewer® no subgrupo de 0-2 anos (121 minutos versus 167 minutos, p=0,047). |
| Szmuk et al.25
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Avaliar se o VeinViewer® melhora a taxa de sucesso na CIP por enfermeiras experientes em pacientes pediátricos. |
O uso do método tradicional de CIP obteve taxa de sucesso maior (61%) que o uso do VeinViewer® (47%), (p=0,0003) |
| Sun et al.26
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Avaliar a eficácia do uso do VeinViewer® na visualização da rede venosa em crianças doentes. |
A taxa de sucesso na primeira tentativa foi a mesma tanto com o uso do VeinViewer® como com o método tradicional (30%), porém o número de tentativas e o tempo de procedimento foram reduzidos com o uso do VeinViewer® (1 versus 2, p=0,04) e (186,16 minutos versus 427,87 minutos, p=0.014), respectivamente. |
| Perry et al.27
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Determinar se o uso de dispositivo com luz infravermelha (VeinViewer®) melhora a taxa de sucesso na primeira tentativa da CIP em um departamento de emergência pediátrica. |
A taxa de sucesso na primeira tentativa foi maior com o uso do método tradicional (79%) do que como uso do VeinViewer® (72,1%), porém sem significância estatística (p=0,36). |
| Peterson et al.28
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Examinar o sucesso na visualização de veias por dois dispositivos auxiliares da CIP por enfermeiros e médico cirúrgicos pediátricos. |
O uso do WeeSight® e do VeinViewer® obteve taxas de sucesso próximas (35,3% e 32,3%, respectivamente) e inferiores às obtidas com o uso do método tradicional (52,2%), (p=0,001). |
| Van der Woude et al.29
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Verificar a eficácia de um dispositivo de infravermelho (VascuLuminator®) para facilitar a CIP em crianças com cor de pele escura. |
O uso do VascuLuminator® aumentou a taxa de sucesso da primeira tentativa (63% versus 51%) e reduziu o tempo de procedimento (53 segundos versus 68 segundos), quando comparado ao grupo controle, porém não obteve resultados significativos (p=0,27 e 0,50, respectivamente). Já no subgrupo com acesso venoso difícil, o VascuLuminator® aumentou significativamente a taxa de sucesso na primeira tentativa (p=0,03). |
| Hosokaw et al.30
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Comparar a taxa de sucesso e o tempo de duração da CIP com e sem o uso da transiluminação. |
A taxa de sucesso com a transiluminação foi maior (75%), quando comparado ao método tradicional (61%), porém sem significância estatística (p=0,10), já nos menores de 2 anos, a transiluminação obteve significância estatística (p=0,03). Quanto ao tempo de procedimento, o uso da teransiluminação o reduziu significativamente (p=0,01). |
| Katsogridakis et al.31
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Avaliar a CIP com o uso do Veinlite®. |
A taxa de sucesso em duas tentativas foi maior com o uso do Veinlite® (59,5% versus 56,3%, p=0,01), já o sucesso na primeira tentativa, só obteve significância estatística após a regressão logística (p=0,03). |
| Gümüş et al.32
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Avaliar a eficácia do Veinlite® PEDI, para melhorar a visualização das veias no departamento de emergência pediátrica. |
O Veinlite® aumentou a taxa de sucesso da primeira tentativa (92,9% versus 72,2%, p<0,004) e reduziu o número de tentativas 1,07 versus 1,31 p=0,04) e o tempo total de tentativas em comparação com grupo controle (49,98 versus 59,68 segundos p=0,01) |
| Yamazaki et al.33
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Avaliar as taxas de sucesso a CIP em crianças com o uso da transiluminação. |
O uso da transiluminação com luz de fibra óptica aumentou a taxa de sucesso da CIP (p=0,0000002). |