Este artigo analisa a bioeconomia da cadeia produtiva da castanha-do-pará de acordo com parâmetros socioeconômicos de justiça socioambiental. As metodologias utilizadas foram: (1) revisão bibliográfica, (2) observação participante in loco, (3) a descrição da cadeia por meio do valuelinks, (4) a análise dos discursos dos atores envolvidos, (5) a comparação dos valores de compra e venda entre atores, e (6) um estudo de viabilidade de acordo com o conceito de economia justa (fairtrade). Observando a apropriação conceitual como estratégia, notam-se novas versões de manutenção das injustiças presentes na cadeia produtiva da castanha-do-pará oriunda dos castanhais do Alto Trombetas. E conclui que há uma relação mútua entre modo de vida tradicional quilombola e os castanhais, a qual é fundamental para existência da cadeia de produção, por isso há necessidade de maior participação dos extrativistas na governança da cadeia, a fim de equilibrar a distribuição da rentabilidade, e se adequar ao real conceito de fairtrade.
PALAVRAS-CHAVE:
Apropriação verde; Amazônia; Comércio justo; Sociobiodiversidade; Justiça socioambiental
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Fonte: CPI-SP. Disponível em: <www.cpisp.org.br>. Acessado em: 2 maio 2023 (editado).
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Fonte: Império das Sementes-SP; câmera iphone.6s.
Fonte: Bela Cerealista; câmera iphone 6s.
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