O presente ensaio1 buscar relatar a experiência de traduzir dois cantos xamânicos Marubo para performance vocal a partir do trabalho de Pedro Cesarino, tanto na etnografia como na tradução poética. Para tanto, o texto se desdobra em um relato de percurso e em algumas ponderações teóricas sobre os problemas de traduzir uma poética xamânica ameríndia em português, com seus dilemas éticos e poéticos.
Palavras-chave
Xamanismo; Tradução Poética; Cantos Ameríndios