O objetivo é estimar sobrevida global em um ano e taxa de reinternação após primeiro infarto do miocárdio. Estudo de coorte com 689 pacientes acompanhados entre agosto de 2016 e março de 2022. Foram utilizados o estimador de Kaplan-Meier e o teste de log-rank. O modelo semiparamétrico de Cox foi empregado para estimar o risco de óbito e readmissão. A média de idade foi de 60,0 (DP 11,0) anos, 67,9% homens e 50,7% de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento de ST. A taxa de sobrevida global foi de 96,3%, com a mediana de tempo de óbito de 41,5 dias. A taxa de sobrevida livre de reinternação foi de 83,3%, com a mediana de tempo de readmissão de 54 dias. Idade igual ou superior a 60 anos aumentou o risco de morte em 10,01 e a presença de hipertensão arterial sistêmica aumentou o risco de readmissão em 1,52. A taxa de sobrevida global foi de 96,2%, com diferença entre grupos de idade. A taxa de sobrevida livre de reinternação foi de 83,3%, com diferença pela presença de hipertensão arterial sistêmica. Como os eventos são bastante prevalentes, faz-se necessária melhor avaliação da efetividade dos cuidados de saúde prestados e das ações que devem ser tomadas para reduzir a incidência e consequente morbidade e mortalidade.
Palavras-chave:
Doenças cardiovasculares; Infarto do miocárdio; Taxa de sobrevida
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Source: Authors.
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