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Violência Geral - VG
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| Physis |
2014/Brasil (VG1) |
Violência doméstica e sexual no âmbito da Estratégia de Saúde da Família: atuação profissional e barreiras para o enfrentamento |
Porto38
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Dificuldade em identificar os casos e atuação centrada na abordagem dos sintomas. |
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Violência contra mulheres - VCM
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| Ciência e Saúde Coletiva |
2015/Brasil (VCM1) |
Agendas públicas de saúde no enfrentamento da violência contra mulheres no Rio Grande do Sul, Brasil |
Costa39
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Inexistência de agendas locais direcionadas à violência contra as mulheres rurais. Desafio dos gestores em traçarem linhas de gestão em saúde norteadas pelas diretrizes e princípios do SUS. |
| Cadernos de Saúde Pública |
2013/Brasil (VCM2) |
Subnotificação e (in)visibilidade da violência contra mulheres na atenção primária à saúde |
Kind40
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Subnotificação da violência contra mulheres. Baixo número de registros de notificação feitos em UBS. |
| Cadernos de Saúde Pública |
2013/Brasil (VCM3) |
Violência doméstica contra mulheres e a atuação profissional na atenção primária à saúde: um estudo etnográfico em Matinhos, Paraná, Brasil |
Signorelli41
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Atendimentos centrados em: preceitos biologizantes, com foco em lesões físicas e medicalização. |
| Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia |
2013/Brasil (VCM4) |
Prevalência da violência praticada por parceiro masculino entre mulheres usuárias da rede primária de saúde do Estado de São Paulo |
Mathias42
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A prevalência de violência por parceiro íntimo (VPI) foi de 55,7%, sendo a psicológica, física e sexual de 53,8, 32,2 e 12,4%, respectivamente. |
| Revista Gaúcha de Enfermagem |
2012/Brasil (VCM5) |
Repercussões da Lei Maria da Penha no enfrentamento da violência doméstica em Porto Alegre |
Alves43
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A Lei promoveu mudanças nos campos da prevenção da violência, da assistência a mulheres e da punição aos agressores, com aumento da visibilidade conferida a esse fenômeno. |
| Revista de Saúde Pública |
2012/Brasil (VCM6) |
Violência entre usuárias de unidades de saúde: prevalência, perspectiva e conduta de gestores e profissionais |
Osis44
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Violência contra mulher não é investigada rotineiramente. Apenas 5% das mulheres disseram ter procurado ajuda em UBS. |
| Interface (Botucatu) |
2009/Brasil (VCM7) |
Ações para o enfrentamento da violência contra a mulher em duas unidades de atenção primária à saúde no município do Rio de Janeiro |
Borsoi45
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Profissionais se mostraram mais preparados para identificar o problema quando este não se apresenta de forma explícita. |
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Ciência e Saúde Coletiva
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2009/Brasil (VCM8) |
Atenção integral à saúde de mulheres em situação de violência de gênero - uma alternativa para a atenção primária em saúde |
D'Oliveira46
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Discutem-se aspectos relativos à conexão do setor saúde com a rede intersetorial de atenção e suas principais dificuldades. |
| Interface (Botucatu) |
2009/Inglaterra (VCM9) |
Violência contra mulher: percepção dos médicos das unidades básicas de saúde da cidade de Ribeirão Preto, São Paulo |
Ferrante47
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Os médicos são capazes de identificar e acolher as mulheres expostas à situação de violência. Destaca-se a necessidade de um trabalho integrado e em rede e investimento na qualificação profissional. |
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Violência contra crianças e adolescentes - VCCA
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| Ciência e Saúde Coletiva |
2014/Brasil (VCCA1) |
Fatores associados à notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes na atenção básica |
Moreira48
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Os profissionais se sentem despreparados e desprotegidos para atender e resolver demandas de crianças vítimas por violência doméstica. Foram identificadas lacunas relacionadas a intersetorialidade, integralidade e resolutividade que geram sofrimento. |
| Saúde e Sociedade |
2011/Brasil (VCCA2) |
Estudos sobre a violência doméstica contra a criança em unidades básicas de saúde do município de São Paulo - Brasil |
Ramos49
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A notificação foi citada por 56,9%, 17,8% foram efetuadas pelo profissional; 45,2% foram feitas aos Conselhos Tutelares; 33,6% foram feitas à Delegacias. ACS e profissionais da ESF mostraram importante atuação na identificação de casos de violência. |
| Revista Baiana de Saúde Pública |
2011/Brasil (VCCA3) |
Atuação profissional da atenção básica de saúde face à identificação e notificação da violência infanto-juvenil |
Lima50
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ACS e Técnicos de Enfermagem identificaram casos de violência em visita domiciliar. A identificação dos casos mostrou associação positiva e significante com profissional do sexo feminino e ter capacitação prévia. |
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Violência contra idosos - VCI
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| Caderno de Saúde Pública |
2013/Brasil (VCI1) |
Abordagem profissional da violência familiar contra o idoso em uma unidade básica de saúde |
Wanderbroocke51
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Dificuldades dos profissionais de identificar situações de violência e crenças relacionadas à impossibilidade de enfrentá-la. Fatores institucionais que desfavorecem a detecção e acompanhamento. |
| Ciência e Saúde Coletiva |
2012/Brasil (VCI2) |
Significados de violência familiar contra o idoso na perspectiva de profissionais da Atenção Primária à Saúde |
Wanderbroocke52
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A violência familiar fere o princípio da família como amparo e proteção. Os significados de violência familiar contra o idoso mostrou-se alicerçado na ideia "do idoso frágil e dependente", limitando a visualização de casos que não se enquadram nesse perfil. |
| Caderno de Saúde Pública |
2008/Brasil (VCI3) |
Rompendo o silêncio e suas barreiras: um inquérito domiciliar sobre a violência doméstica contra idosos em área de abrangência do Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil |
Moraes53
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As prevalências foram maiores entre os mais novos, os que moravam com maior número de indivíduos, os com relato de doença articular e entre os que apresentavam história de diabetes. Maior frequência da violência grave entre os idosos com maior escolaridade e entre os que referem problema de memória. |
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Violência contra homens - VCH
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| Revista Saúde Pública |
2013/Brasil (VH1) |
Violência e sofrimento mental em homens na atenção primária à saúde |
Albuquerque54
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Sofrimento mental foi associado a sofrer violência física e/ou sexual recorrente na vida. A associação com episódio único de violência perdeu significância após a inclusão de uso de substância psicoativa no modelo. |
| Revista Brasileira de Epidemiologia |
2012/Brasil (VH2) |
Homens, masculinidade e violência: estudo em serviços de atenção primária à saúde |
Schraiber55
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As prevalências de violências sofridas na vida foram de 79% para qualquer tipo e por qualquer agressor. Em 14,2% há sobreposição entre sofrer violência por parceira íntima e perpetrar a violência. |