Os centros de escrita, originalmente chamados de laboratórios ou clínicas, nasceram da necessidade das universidades americanas de corrigir os problemas de escrita de seus estudantes. Assim, sua motivação inicial deu origem a um caráter remediador. Após a segunda metade do século, ocorreu uma mudança de denominação, na qual também subjaz uma mudança na maneira de conceber o ensino da linguagem, indicando que o centro de escrita agora é um espaço aberto, não só para os alunos mais atrasados ou com problemas em alguma disciplina, mas para todos. Um elemento que permaneceu nesses espaços desde o início e que até agora demonstrou ser eficiente foi a aprendizagem colaborativa mediante a tutoria entre pares. O objetivo deste artigo é avaliar o papel desse tipo de aprendizagem dentro da trajetória dos centros de escrita, estabelecendo os alcances e limitações que atualmente enfrenta.
Palavras-chave:
Tutoria; Processo de Aprendizagem; Ensino Superior; Escrita