| 1 |
Khalfa et al. (2004)(25) HPA |
GTEA=11 GC=11 9-17 anos |
Questionamento aos parentes |
Auditiva – psicoacústica |
- limiares para tons puros sem diferença entre os grupos - GTEA apresentou medidas de limiares de desconforto e campo dinâmico da audição, menores que o GC - HPA em 63,0% no GTEA vs. 27,0% GC - O campo dinâmico da audição foi menor em 4 e 8 kHz, independentemente do grupo |
| 2 |
Danesh e Kaf (2012)(16) HSA |
GTEA = 18 GC = 12 6-14 anos X = 8 anos |
Não utiliza |
1. Emissões Otoacústicas Evocada resposta sensorial – orelha interna 2. Efeito Inibitório das emissões otoacústica resposta sensório-neural/ subcortical |
- GTEA apresentou menores amplitudes de resposta que o GC - GTEA apresentou valores menores do efeito de supressão que o GC e eles foram maiores para a orelha esquerda do que para a direita - Quanto menor a idade maior o valor de supressão, sem diferenças entre as idades em cada um dos grupos |
| 3 |
Matsuzaki et al. (2012)(37) HSA |
GTEA = 18 anos X = 9 GC = 12 anos X = 10 |
Infant/Toddler Sensory Profile (Dunn, 2002)
(
38
)
|
Auditiva – Magnetoencefalografia |
- o escore do questionário definiu a presença de HSA e subdividiu o GTEA em com e sem HSA - As medidas de amplitude das componentes M50 e M100 não foram diferentes entre os grupos, independentemente do escore do questionário - Latência da M50 houve diferença apenas entre o GTEA com HSA quando comparado com o GC - Latência da M100, houve diferença entre os três grupos GTEA com HSA > GTEA sem HSA > GC |
| 4 |
Thabet e Zaghloul (2013)(39) HSA |
GTEA=14 GC=15 2,7- 8 anos X= 3 ± 1 anos |
Relato informal de parentes |
1. PEATE resposta neural – subcortical 2. Imagem − Tomografia de orelha interna |
- limiar eletrofisiológico sem diferença entre os grupos - Latências absolutas das componentes I e III e latências interpicos I – III, sem diferenças entre os grupos - Latência absoluta da componente V do GTEA precoce e intervalos III – V e I – V com valores menores que o GC - 29% do GTEA apresentou imagens compatíveis com deiscência dos canais semicirculares |
| 5 |
Bhatara et al. (2013)(7) HSA |
GTEA=17 GC=17 X=10-14 anos |
1. Sensory Profile (Dunn, 1999)
(
40
)
2. Adolescent/adult sensory profile (Dunn, 2002)
(
38
)
|
Auditiva – psicoacústica |
- Adolescentes com TEA apresentaram maiores pontuações no perfil sensorial do que o grupo neurotípico - O grupo com TEA necessita de uma relação sinal ruído maior do que o grupo controle para compreender as palavras no teste de fala com ruído -Grupo com TEA: prejudicada discriminação de frequências |
| 6 |
Bhatara et al. (2013)(41) HSA |
GTEA=33 GC=35 10-19 anos |
1. Salk and McGill Musical Inventory
|
Não utilizou |
- Os adolescentes com TEA (68%) apresentaram hipersensibilidade auditiva na infância com maior frequência do que no grupo controle (17%). - Mesmo com a hipersensibilidade, o interesse pela música nos indivíduos com TEA foi o mesmo do grupo controle - O desempenho verbal e o QI não preveem a hipersensibilidade auditiva, assim como a idade cronológica também apresentou uma correlação negativa à hipersensibilidade. |
| 7 |
Thabet (2014)(42) HSA |
GTEA=14 GC=15 2-4 anos |
Não consta |
Não utilizou |
- Grupo estudo: aumento de amplitude da VEMP em cinco sujeitos - A VEMP demonstrou capacidade diagnóstica na diferenciação da hipersensibilidade causada pela síndrome da deiscência do canal semicircular ou por atípico desenvolvimento cortical. |
| 8 |
Matsuzaki et al. (2014)(43) HSA |
GTEA=21 GC=15 X= 9 anos ± 1 |
1. Infant/ToddlerSensory Profile (Dunn, 2002)
(
38
)
|
Magnetoencefalografia |
- Grupo com TEA e hipersensibilidade auditiva mostrou respostas com latências (M50/ M100) mais prolongadas do que os outros grupos; - A latência mostrou-se significantemente relacionada com a severidade da hipersensibilidade auditiva |
| 9 |
Donkers et al. (2015)(44) HRA |
GTEA=29 GC=30 4-12 anos |
1. The Sensory the Tactile Defensiveness
2. Discrimination Test-Revised
3. Sensory Processing Assessment for Young 4. Sensory Experiences Questionnaire
5. Sensory Profile
|
PEALL resposta neural – subcortical e cortical |
- Foi observada para sons padrões, a relação entre a onda P1 e N2: respostas de P1 maiores e N2 atenuada, hiper-responsividade auditiva mais severa. - P1 atenuada e N2 atenuada, hiper-responsividade mais leve. |
| 10 |
Danesh et al. (2015)(29) HRA |
GTEA=55 4-42 anos X= 17 |
1. Hyperacusis Questionnaire (Khalfa et al., 2002)(45)
|
Não utilizou |
- 69% dos sujeitos relataram hiperacusia - 35% relataram zumbido - Maior prevalência de hiperacusia e zumbido na população com TEA do que na população em geral. |
| 11 |
Green et al. (2015)(46) HRA |
GTEA=19 GT = 19 9-17 anos X = 14 |
1. Short Sensory Profile.
2. Sensory Over-Responsivity Scales (SORS)
|
Ressonância funcional |
- Não houve diferença de ativação de atividade entre os grupos para a estimulação auditiva, mas houve para a tátil, e para a estimulação concomitante, o GTEA apresentou maior resposta que o GC. - Houve correlação positiva entre o escore da SORS e a ativação das áreas corticais. - Não houve diferença entre os grupos para o início da habituação, mas uma vez iniciado o processo, ele foi mais lento no GTEA e no GTEA, e com SOR, ele foi mais lento. im para o tempo Quando comparado ao GC o GTEA apresentou: |
| 12 |
Dunlop et al. (2016)(8) HRA |
GTEA=16 20-52 anos GC=31 19-51anos |
1. Auditory Attention and Distress Questionnaire |
Auditiva – psicoacústica |
- Houve diferença significativa entre o limiar de desconforto do GC e do GTEA com hipersensitividade, sendo esse último grupo com menores valores. |
| 13 |
Wilson et al. (2017)(17) HPA |
GTEA=18 GC=14 10-16 anos |
1. Hyperacusis Questionnaire (Khalfa et al., 2002)
(
45
)
|
Auditiva – eletroacústica |
- Correlação positiva entre a gravidade da hiperacusia e a supressão das EOAT. -O efeito de supressão é maior em todas as frequências do GTEA com HPA severa quando comparado ao GTEA sem HPA severa e o GC. |