| Park et al. (2015)(15) |
27 adultos com disfagia pós-AVC. |
-Pressão de língua contra o palato utilizando o IOPI (ponta e dorso), mantendo 80% de 1RM, por 2 s. |
10 séries de 5 repetições (anterior + posterior) /dia, 5x/semana, durante 4 semanas, |
-IOPI (pressão máxima anterior e posterior) |
- Pressão anterior: |
-Aumento na porção anterior no GE e no GC. -Aumento na porção posterior no GE. |
| Coreia do Sul |
GE= 15 indivíduos, m=67,3±10,6 anos, 6 homens (exercícios + terapia para disfagia); |
intervalo mínimo entre as repetições de 30s. |
-Videofluoroscopia |
GE: 18,9±6,7 kPa (antes) e 20,7±6,6 kPa (após); |
-Melhora na fase oral da deglutição no GE e no GC e na fase faríngea da deglutição no GE. |
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GC= 14 indivíduos, m=65,8±11,5 anos, 7 homens (terapia para disfagia) |
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GC: 22±5,7 kPa (antes) e 22,9±5,4 kPa (após). - Pressão posterior: |
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GE 16,2±4,7 kPa (antes) e 18,5±4,1 kPa: (após); |
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GC: 17,3±4,3 kPa (antes) e 17,7±4,36 kPa (após). |
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| Byeon |
48 adultos com disfagia pós-AVC. |
-Protrusão de língua, elevação de língua e abaixamento de língua. -Massagem na bochecha e no pescoço, fechamento e protrusão dos lábios, inflar e sugar a |
Exercícios realizados por 30 minutos diários, 5x/semana durante 3 semanas. |
-IOPI (pressão de elevação e pressão de protrusão, pressão de lábios e pressão de bochechas) |
-Pressão anterior da língua |
-Aumento da pressão de elevação anterior da língua no GE e no GC. - Melhora da diadococinesia no GE. |
| (2016)(16) |
GE= 23 indivíduos, m=62,5±6,5 anos, 8 homens, (exercícios + estimulação tátil-térmica); |
bochecha e protrusão, elevação e abaixamento da língua. |
- Praat (diadococinesia) |
GE: 20,8±13,2 kPa (antes) e 26,8±14,3 kPa (após) |
| Coreia do Sul |
GC= 25 indivíduos, m=64,1±7,1 anos, 6 homens (estimulação tátil-térmica). |
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GC: 18,5±11,5 kPa (antes) e 21,5±10,8 kPa (após). |
| Kim et al. (2017)(17) |
35 indivíduos com disfagia pós-AVC |
-Exercício de contrarresistência de língua no palato (região anterior e posterior). |
30x/dia, 5x/semana, durante 4 semanas. |
-IOPI (pressão máxima da língua anterior e posterior) |
-Pressão anterior |
-Aumento na pressão anterior e posterior da língua no GE em 4 semanas. |
| Coreia do Sul |
GE1= 18 indivíduos, m=62,2±11 anos, 11 homens (exercícios de força de língua + terapia tradicional para disfagia); |
-Videofluoroscopia (avaliação funcional da deglutição - Videofluoroscopic Dysphagia Scale e escala de penetração/ aspiração de Rosenbek) |
GE: 32,7±10,8 kPa (antes) e 41,9±9,5 kPa (após); |
-Aumento na pressão anterior e posterior da língua no GE em relação ao GC. |
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GC= 17 indivíduos, m=59,3±10,2, 8 homens (terapia tradicional para disfagia). |
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GC: 29,6±10,4 kPa (antes) e 32,5±10,2 kPa (após). |
-Melhora na fase oral e na fase faríngea da deglutição no GE e no GC. |
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-Pressão posterior |
-Melhora na fase oral e na fase faríngea da deglutição no GE em relação ao GC. |
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GE: 28,1±7,6 kPa (antes) e 39,1±7,8 kPa (após) |
-Melhora na escala de penetração/aspiração no GE e no GC. |
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GC: 26,6±9,1 kPa (antes) e 31,4±9,7 kPa (após). |
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| Byeon (2018)(18) |
21 indivíduos com disartria pós-AVC |
GE e GC: pressionar o bulbo do IOPI contra o palato, exercendo 50%, 75%, e 100% da força máxima da língua; 4 séries de 5 repetições. |
30min/dia, 5x/semana, durante 4 semanas. |
-IOPI (pressão máxima de língua); -Porcentagem de consoantes articuladas corretamente. |
-Pressão anterior |
-GE teve maior força máxima de língua do que o GC. |
| Coreia do Sul |
GE= 10 indivíduos, m=65,85±9,23 anos (exercícios de pressão de língua + exercícios de língua) GC= 11 indivíduos, m=67,03±7,60 (exercícios de pressão de língua) |
GE: (i) elevar a ponta da língua e manter 5s; (ii) elevar a ponta da língua contra uma espátula e manter 5s; (iii) lateralizar a língua e manter 5s à direita e 5s à esquerda; |
GE: 10,7±9,8 kPa (antes) e 20,8±16,9 kPa (após); |
-Não foram observadas diferenças na porcentagem de consoantes articuladas corretamente entre GE e GC. |
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(iv) lateralizar a língua contra uma espátula e manter 5s à direita e 5s à esquerda; (v) protruir a língua por 5s e protruir a língua contra espátula por 5s. |
GC: 11,4±8,1 kPa (antes) e 17,9±15,1 (após). |
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| Hsiang et al. (2019)(25) |
50 adultos com câncer em cavidade oral e/ou orofaringe submetidos à cirurgia de ressecção do tumor em pós-operatório recente (48 homens, m=56,2±8,8 anos). |
-Exercícios de mobilidade de língua, lábios e mandíbula: manter máxima extensão da estrutura durante 1-2s, depois relaxar. |
Exercícios realizados 10x/sessão, |
-Videofluoroscopia (escala de penetração/ aspiração de Rosenbek e resíduos em cavidade oral e faringe) |
Não foi avaliada |
-Melhora na escala de penetração/aspiração no GE. -Diminuição da quantidade de resíduos para a consistência de néctar, mel e pudim no GE. |
| China |
GE= 25 (exercícios) |
-Exercícios para resistência de língua: contrarresistência em espátula por 5s. |
3 sessões/dia, durante 12 semanas. |
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GC= 25 (mudança na postura corporal e consistência alimentar) |
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| Park et al. (2019)(19) |
24 adultos com disfagia pós-AVC. |
-Treinamento de deglutição com esforço: pressionar a língua firmemente contra o palato, enquanto contrai a musculatura do pescoço e deglutir o mais forte possível. |
Exercício realizado 10x/sessão, |
-IOPI (pressão máxima anterior e pressão máxima posterior) -Videofluoroscopia (avaliação funcional da deglutição - (Videofluoroscopic Dysphagia Scale) |
-Pressão anterior: |
-Aumento da pressão anterior no GE e no GC. -Aumento da pressão posterior no GE e no GC. -Melhora na fase oral e na fase faríngea da deglutição no GE e no GC. |
| Coreia do Sul |
GE= 12 indivíduos, m=66,5±9,5 anos, 6 homens (deglutição com esforço + terapia para disfagia) GC= 12 indivíduos, m=64,8±11,2 anos, 5 homens (terapia para disfagia) |
3 sessões/dia, |
GE: 20,8±4,3 kPa (antes) e 27,6±4,3 kPa (após); |
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5x/semana, durante 4 semanas. |
GC: 21,2±5,8 kPa (antes) e 23,1±5,4 kPa (após). -Pressão posterior: GE 16,6±5,0 kPa (antes) e 23,2±5,4 kPa (após); GC: 16,7±4,4 kPa (antes) e 18,2±4,5 kPa (após). |