| Migliorucci et al.(5), 2017, Brasil, Ensaio clínico randomizado |
Verificar o impacto da terapia miofuncional nas funções orofaciais e qualidade de vida de pacientes submetidos à cirurgia ortognática. |
Grupo TMO: 12 (7F, 5M) |
26,35 |
Protocolo de Avaliação Miofuncional Orofacial (MBGR) e Perfil do Questionário de Impacto na Saúde Bucal-OHIP-14 |
Antes do procedimento cirúrgico e 3 meses após a cirurgia ortognática. |
Classe II: 5 Classe III: 7 |
A intervenção teve início 40 dias após a cirurgia. |
Estimulação tátil-cinestésica e térmica. Exercícios isométricos, isotônicos e funcionais |
Uma vez por semana durante 8 a 15 semanas |
Melhora significativa nas funções orofaciais, como respiração (p=0,005), mastigação (p=0,006), deglutição (p=0,003) e fala (p=0,012). Impacto positivo na qualidade de vida, conforme o OHIP-14 (p=0,018) |
| Grupo sem TMO: 12(7F, 5M) |
26,35 |
Classe II: 5 Classe III: 7 |
Não completou o programa de exercícios |
Melhora significativa na respiração (p=0,044) e na qualidade de vida, conforme protocolo OHIP-14 (p=0,003). Ausência de evolução nos parâmetros de mastigação (p=0,757), deglutição (p=0,060) e fala (p=0,539) |
| Prado et al.(11), 2018, Brasil, Ensaio clínico randomizado |
Investigar os efeitos da terapia miofuncional orofacial na função mastigatória de indivíduos com deformidades dentofacial submetidos à cirurgia ortognática. |
GT OMT: 13(7F, 6M) |
29.31 ( 8.87) |
Protocolo de Avaliação Miofuncional Orofacial com Escores Expandidos (AMIOFE-E) e eletromiografia |
Antes do procedimento cirúrgico e após o procedimento cirúrgico (três e seis meses) |
Classe II: 4 Classe III: 9 |
A intervenção começou 30 dias após a cirurgia |
Estimulação tátil-cinestésica e térmica. Exercícios isométricos, isotônicos, posturais e funcionais. |
1 vez/semana durante 10 semanas. |
Aumento na pontuação máxima do AMIOFE-E de P0 (13,23 ± 3,06) para P1 (15,92 ± 3,84) e P2 (16,0 ± 3,51), e de P0 (4,3 ± 2,56) para P2 (6,92 ± 2,78). O número de ciclos mastigatórios cresceu de P0 (11,34 ± 2,87) para P2 (13,79 ± 2,44). O tônus labial aumentou de P0 (0 - 0%) para P1 (6 - 46,15%) e P2 (8 - 61,54%), e a mobilidade de P0 (4 - 30,77%) para P1 e P2 (11 - 84,61%). Não houve diferenças significativas na mordida, movimentos da cabeça, escape alimentar e tônus da língua. A postura de cabeça alterada persistiu em 2 a 8 indivíduos. |
| UTG TMO: 10 (7F, 3M) |
31.20 (7.02) |
Classe II: 7 Classe III: 3 |
A intervenção começou seis meses após a cirurgia, após a conclusão de todas as avaliações iniciais |
Durante todo o período de avaliação, o grupo não se envolveu no programa de exercícios. A intervenção ocorreu após a consolidação do estudo. |
Ausência de diferenças significativas para a mordida entre os períodos, porém observou-se um maior número de indivíduos com tônus do lábio inferior e mobilidade de lábios e língua alterados. |
| Trawitzki et al.(18), 2006, Brasil, Coorte |
Determinar o efeito do tratamento interdisciplinar em paciente com deformidades dentofacial de Classe III, analisando a atividade eletromiográfica dos músculos temporais e masseter durante a mastigação e mordida. |
Grupo P1**: 15 (4M, 11F) |
M: 21,2 anos F: 24,9 anos |
Ultrassonografia |
3 meses antes da cirurgia ortognática* |
Classe III |
A intervenção iniciou 15 dias após a cirurgia, com duração de 6 meses de intervenção* |
O grupo P1 é idêntico ao grupo P2. Porém, está sendo utilizado como referência para avaliação pré-cirúrgica no grupo P2. |
Não há resultados a serem analisados. |
| Grupo P2**: 15 (4M, 11F) |
M: 21,2 anos F: 24,9 anos |
6 a 8 meses após a cirurgia ortognática* |
Classe III corrigida |
Orientações pós-cirúrgicas. Exercícios isométricos, isotônicos, posturais e funcionais. Estimulação sensorial tátil e térmica* |
Uma vez por semana durante 6 meses. |
Aumento significativo da espessura do masseter em P2, tanto em repouso quanto na mordida, em comparação a P1. No entanto, os valores de P2 permaneceram inferiores ao do Grupo Controle, bilateralmente. |
| Grupo controle: 15 (4M, 11F) |
M: 20,8 anos F: 24 anos |
Antes e depois da cirurgia ortognática, nos períodos mencionados nos grupos experimentais. |
Ausência de deformidade dentofacial |
Não foi realizado TMO |
Não realizou o programa de exercícios. |
Valores superiores e com significância estatística, quando comparado à P1 e P2, em relação a espessura do músculo masseter, bilateralmente. |
| Trawitzki et al.(19), 2011, Brasil, Coorte |
Analisar o efeito do tratamento ortodôntico integrado, da cirurgia ortognática e da terapia miofuncional orofacial na espessura do músculo masseter em pacientes com deformidades dentofacial de classe III, três anos após a cirurgia ortognática. |
Grupo P1**: 13 (3M, 10F) |
M: 22 anos F: 27 anos |
Ultrassonografia |
Dois a 74 dias antes da cirurgia ortognática. |
Classe III |
A intervenção iniciou 15 dias após a cirurgia, com duração de 6 meses de intervenção. |
O grupo P1 é idêntico ao grupo P3. Porém, está sendo utilizado como referência para avaliação pré-cirúrgica no grupo P3. |
Não há resultados a serem analisados. |
| Grupo P3**: 13 (3M, 10F) |
M: 22 anos F: 27 anos |
Os dados foram obtidos durante um período de 3 anos a 3 anos e 8 meses pós-operatório (3 anos e 2 meses). |
Classe III corrigida |
Orientações pós-cirúrgicas. Exercícios isométricos, isotônicos, posturais e funcionais. Estimulação sensorial tátil e térmica* |
Uma vez por semana durante os primeiros 11 meses após a cirurgia. |
Aumento significativo na espessura do masseter direito e esquerdo (P < 0,01). Em comparação ao Grupo Controle, observou-se diferença significativa para o masseter direito em repouso (P < 0,01) e mordida (P < 0,05), e para o masseter esquerdo em repouso (P < 0,05). Ausência de diferença significativa para o masseter esquerdo na mordida (P = 0,05). |
| Grupo controle: 15 (4M, 11F) |
M: 21 anos F: 24 anos |
Antes e depois da cirurgia ortognática, nos períodos mencionados nos grupos experimentais. |
Ausência de deformidade dentofacial |
Não foi realizado TMO. |
Não realizou o programa de exercícios. |
Não há resultados a serem relatados. |
| Trawitzki et al.(20), 2010, Brasil, Coorte |
Investigar o efeito do tratamento interdisciplinar na atividade eletromiográfica dos músculos mastigatórios em pacientes com deformidades dentofacial de Classe III, três anos após a correção cirúrgica. |
Grupo P1***:13(3M, 10F) |
M: 22 anos F: 27 anos |
Eletromiografia |
Antes do procedimento cirúrgico. |
Classe III |
A intervenção iniciou 15 dias após a cirurgia, com duração de 6 meses de intervenção. |
O grupo P1 é idêntico ao grupo P3. Porém, está sendo utilizado como referência para avaliação pré-cirúrgica no grupo P3. |
Nos músculos T e M apresentou diferenças significativas entre o P1 e os Grupos P3, na mastigação e mordida, com valores maiores em P3*** |
| Grupo P3***:13 (3M, 10F) |
M: 22 anos F: 27 anos |
Os dados foram coletados durante um período de 3 anos a 3 anos e 8 meses de pós-operatório (3 anos e 2 meses). |
Classe III corrigida |
Orientações pós-cirúrgicas. Exercícios isométricos, isotônicos, posturais e funcionais. Estimulação sensorial tátil e térmica* |
Durou em média 11 meses. |
Na atividade EMG, houve disparidade significativa (P < 0,05) nos valores do músculo M durante a mastigação e a mordida, com valores mais elevados em P3*** |
| Grupo controle: 15 (11F, 4M) |
M: 21 anos F: 24 anos |
Antes e depois da cirurgia ortognática, nos períodos mencionados nos grupos mencionados. |
Ausência de deformidade dentofacial. |
Não foi realizado TMO. |
Não realizou o programa de exercícios. |
Diferença estatisticamente significativa na atividade EMG para os músculos M e T em diversas situações |