| Sezin et al.(23) |
1. Medidas acústicas: fo, jitter, shimmer e HNR |
1. Houve uma redução significativa em shimmer (de 1,76% para 1,41%) e jitter (de 0,27% para 0,21%). A HNR aumentou significativamente (de 25,44 para 26,76). Não houve variação significativa na fo
|
Observou-se resultados benéficos de um programa de educação e treinamento em voz projetado para funcionários religiosos islâmicos |
| 2. Autoavaliação: IDV-C, IFV e QVV |
2. IDV-C e IFV - foi relatada uma diminuição significativa na percepção de desvantagem vocal (de 18,00 para 12,17) e nos sintomas de fadiga vocal relatados (de 29,05 para 19,82). QVV - A qualidade de vida relacionada à voz melhorou significativamente (de 68,00 para 86,76). O GC não apresentou mudanças significativas em nenhum dos parâmetros avaliados, indicando que as melhorias observadas no GE foram atribuídas ao programa de treinamento vocal |
| Ferreira et al.(24) |
1. Análise perceptivo-auditiva: vogal /a/ emitida 3 vezes e fala espontânea - pitch, loudness, ressonância, coordenação pneumofonoarticulatória, velocidade de fala, articulação e modulação |
1. Aumentou, diminuiu ou estabilizou |
O uso de incentivadores respiratórios como proposta para melhorar o condicionamento vocal e respiratório e a parceria com a fisioterapia são apresentados e recomendados para melhor entendimento e consequente atendimento das questões da voz e da respiração em profissionais da voz |
| 2. Medidas aerodinâmicas: TMF |
2. Aumentou |
| 3. Autoavaliação: perguntas dirigidas, EAV, IFV, IDV-10 e EASE-BR |
3. Maior projeção vocal, melhor possibilidade de produzir sons mais agudos e mais flexibilidade vocal. IFV - diminuição da fadiga e restrição vocal para 2 participantes e desconforto vocal para 1 deles, IDV-10 - mesmo antes não houve desvantagem. Registro ainda mais inferior para 2 participantes após o treinamento e EASE-BR - escores das subescalas variaram entre os participantes |
| 4. Medidas respiratórias: força muscular respiratória (PImáx e PEmáx) e VVM |
4. Considerável melhora nos índices respiratórios e diminuição na percepção do esforço respiratório |
| Ferreira et al.(25) |
1. Autoavaliação: perguntas dirigidas, sistema de registro de notas de 0 a 10 referente à qualidade da voz e conforto fonatório, IDV e EASE-BR |
1. Foram relatadas melhora na autopercepção, motivação, controle vocal e respiratório e no conforto fonatório. Houve diminuição na sensação de fadiga. Observou-se que a melhora da respiração não trouxe repercussão imediata na voz |
A proposta mostrou-se viável e promissora, principalmente quando realizada de forma contínua e com progressão gradual dos exercícios. A integração das áreas de fonoaudiologia e fisioterapia é benéfica para otimizar o condicionamento vocal e respiratório. O Programa apresentado tem potencial para registro de efeitos positivos |
| Sandage e Hoch(26) |
1. Autoavaliação: IFV e PPE |
1. IFV - as medidas foram maiores após cada tentativa de canto em comparação com a medição pré-canto; no entanto, caíram entre os ensaios conforme hipotetizado, PPE - não mudou mais do que alguns pontos nos quatro ensaios |
A menor fadiga vocal percebida ao longo dos ensaios para o recital fornece evidências preliminares de um efeito de treinamento de condicionamento para atender às demandas de desempenho deste repertório especificamente e de recital em geral |
| 2. Medidas de dose vocal |
2. Dose vocal - foi ambígua para os dois momentos medidos, estabelecendo uma dose vocal consistente nos dois últimos ensaios (2954,56 metros durante os ensaios e 3098,18 metros durante o recital, com uma intensidade média de som de 93 dB e 94 dB) |
| Ray et al.(27) |
1. Medidas respiratórias: PImáx e PEmáx |
1. Houve aumento significativo nas medidas de PImáx e PEmáx. (TMI (fase B) PImáx 37%, 101% e 118% / PEmáx 23%, 45% e 130% - TME (fase C) PEmáx 70%, 28% e 137% / PImáx 16%, 33% e 34% - TMI e TME (fase D) PImáx 63% / PEmáx 104%) |
Os resultados mostraram que os cantores aumentaram a força muscular respiratória, tanto na forma de treinamento inspiratório (TMI) quanto expiratório (TME), após a conclusão do programa de treinamento. Não houve mudanças consistentes nas medidas de aerodinâmica e voz entre os sujeitos, embora algumas mudanças individuais tenham sido observadas |
| 2. Medidas acústicas: Fonetograma: faixa de fo, faixa de intensidade (NPS) e fluxo de ar para cada tom |
2. Faixa de fo - 3 participantes apresentaram alcance de tom aumentado. Nenhum dos participantes diminuiu a amplitude do pitch durante o treinamento. Faixa de Intensidade - foram registrados tanto aumento quanto diminuição no NPS. Fluxo de ar - as medidas foram inconsistentes |
| Bengtson-Opitz(28) |
IND |
Todos os participantes experimentaram uma melhora claramente audível e perceptível com melhor articulação, flexibilidade e alcance do tom |
O "Anti-Aging para a Voz" não é uma solução mágica, mas sim um processo contínuo que requer prática e dedicação. A manutenção dos exercícios e técnicas aprendidas é fundamental para sustentar os benefícios a longo prazo |
| Nam et al.(29) |
1. Medidas aerodinâmicas: TMF |
1. Aumentou significativamente (de 22.3 ± 4.3seg. para 31.0 ± 6.7seg) |
O treinamento muscular respiratório especialmente programado pode melhorar a força muscular respiratória e a função vocal sem aumentar a função pulmonar. Esse método pode ser realizado facilmente e não requer muito tempo |
| 2. Medidas respiratórias: testes de função pulmonar (curva de fluxo volume, pletismografia - CVF, VEF no 1º segundo, VEF1/CVF e FEF 25 - 75%, CPT e CV e teste de força muscular respiratória (PImáx e PEmáx) |
2. Testes de função pulmonar - mostraram-se estatisticamente semelhantes antes e após o treinamento. Força muscular respiratória - apresentaram aumento estatisticamente significativo (PImáx de 62.2 ± 13.5 cmH2O para 78.2 ± 3.7cmH2O / PEmáx de 56.4 ± 7.5cmH2O para 70.0 ± 8.1cmH2O ) |
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| Sabol et al.(30) |
1. Medidas acústicas: fo, jitter e faixa de frequência |
1. fo - Não houve diferenças significativas. Jitter - A taxa média aumentou em tom confortável (de 0.24 para 0.31Hz) e baixo (de 0.26 para 0.32Hz). Faixa de frequência - Não houve diferenças significativas entre o grupo controle e experimental |
Exercícios de função vocal contendo o princípio isométrico-isotônico demonstraram ter um efeito positivo nos sistemas fonatórios de jovens cantores saudáveis. Os resultados indicam que a prática regular desses exercícios pode levar a um aumento na eficiência glótica |
| 2. Medidas aerodinâmicas: TMF, volume de fonação e taxa de fluxo |
2. TMF - Houve aumento no grupo experimental (9s tom confortável, 11s tom agudo e 9s tom baixo). Volume de fonação - o grupo experimental teve um ligeiro aumento (de 2,739 para 2,099ml) . Taxa de fluxo - o grupo experimental teve suas taxas de fluxo diminuídas (de 205 para 133ml/s) |
| 3. Videoestroboscopia |
3. Não houve diferenças significativas entre o pré e pós-teste |
| 4. Autoavaliação: escritas sobre os efeitos dos exercícios de função vocal em seu desempenho de canto |
4. Os participantes relataram um aumento na consciência do controle e relaxamento da respiração e melhorias na execução de glissandos. Relataram também maior consciência de tensões laríngeas e faciais. Os três homens do grupo experimental reclamaram de sensações tensas, desconfortáveis e apertadas, especialmente na primeira semana. No entanto, eles melhoraram seus tempos máximos de fonação ao longo das semanas seguintes |