Este artigo analisa os tensionamentos da produção do urbano a partir da contestação do padrão neoliberal de fazer cidades pela análise de um caso na cidade de Curitiba, o Parque Bom Retiro. Esse caso aponta para a possibilidade do estabelecimento do comum como prática de apropriação e uso do espaço urbano. Contrapondo-se à lógica capitalista de compreender a cidade exclusivamente como mercadoria, a racionalidade do comum ancora-se na potência das experiências coletivas e estrutura o espaço urbano baseando-se nos sentidos e afetos que permeiam a vida cotidiana. No caso apresentado, é possível identificar limites, contradições e desafios para a formação de uma rede de ações propositivas que apontam para uma certa produção do comum urbano.
lógica neoliberal; comum; práticas insurgentes; Curitiba; Parque Bom Retiro
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: site do escritório de arquitetura Douglas Piccolo Arquitetura e Planejamento Visual
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.
Fonte: página do Facebook “A Causa mais Bonita da Cidade”.