A partir da leitura da cidade de Palmas, capital do Tocantins, enquanto cidade neoliberal, concebida e produzida como instrumento de ampliação das fronteiras de acumulação capitalista no interior do País, este artigo tem como objetivo discutir a atuação dos agentes privados na produção do espaço urbano palmense, em parceria ou disputa entre si, intermediados pela ação do Estado. Por meio de documentos históricos e da análise de planos, projetos e fenômenos em andamento, busca-se explicitar discursos e práticas ilustrativos da participação estatal direta ou indireta no processo de venda da cidade como mercadoria.
Palmas/TO; cidade neoliberal; produção do espaço urbano; cidade-mercadoria, Parceria Público-Privada
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Fonte: elaboração própria, com base no Relatório Geral de Aprovação e Registro – Terratins.Desenhado por Laryssa Simão, em 2019.
Fonte: elaboração própria com base no Relatório Geral de Aprovação e Registro – Terratins. Desenhado por Laryssa Simão, em 2019.
Fonte:
Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Urbano Sustentável –
Fonte: Palmas (2018b), editado pela autora.
Fonte:
Fonte: Plano de Ação Palmas Sustentável (
Fonte: Estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental do corredor de transporte de passageiros – Evetea (Palmas, 2018a).
Fonte: