| Grupo A |
– Compreender questões teóricas do abstracionismo; diferenciações entre obra figurativa e abstrata, principais artistas e conceituações do movimento; – Desenvolver uma obra referente ao abstracionismo informal por meio de reação química; – Desenvolver a habilidade do aluno de identificar o pH dos compostos e substâncias, pela mudança de coloração; – Relacionar o experimento com os conteúdos de arte e química. |
Química e artes: nosso mundo em cores |
– Abstracionismo informal (Liberdade e autonomia criativa da gestualidade; possíveis interpretações em relação a obra desenvolvida); – pH (Escala de pH e cores do indicador de repolho roxo; neutralização entre as ácidos e bases); – Pigmentos de alimentos e produtos do cotidiano (sensações diferentes em relação às cores obtidas). |
Os alunos fizeram uma pintura abstrata por meio dos pigmentos que retiraram de alimentos e produtos e foram mudando as tonalidades conforme o pH. |
| Grupo B |
– Identificar e compreender as principais características das ligações metálicas; – Relacionar o objeto de conhecimento da Química com obras artísticas; – Evidenciar a importância de conhecer as propriedades dos materiais tanto na Ciência quanto nas Artes; – Divulgar a arte nacional; – Correlacionar os conceitos aprendidos com situações cotidianas. |
Ligas metálicas na arte e na química |
– Principais características das propriedades das ligações metálicas e a sua importância na Arte e na Ciência, como a boa condutibilidade elétrica e térmica, a maleabilidade, a ductilidade, os altos pontos de fusão e ebulição, a resistência à tração e o brilho metálico; – Contexto das obras de Lygia Clark, pintora e escultora brasileira; – Materiais utilizados pela artista. |
Releitura da obra Os Bichos, de Lygia Clark. Alunos desenvolveram uma escultura de liga metálica para exemplificar as propriedades do material de forma visual, além de trabalhar os sentidos artísticos da obra. |
| Grupo C |
– Expor a diversidade de olhares e processos de exploração visual do cotidiano dos estudantes; – Estimular a observação de conteúdos das aulas de química (misturas, fenômenos naturais, processos químicos) e artes (fotografia, composição, cor, ângulo, criação de imagens) fora da sala de aula; – Estimular e aprimorar a utilização do smartphone envoltos em processos pedagógicos e artísticos como a fotografia. |
Laboratório Visual Artístico Científico: Acervo em construção |
– Técnicas de fotografia, terra, líquens, remédio, líquidos e misturas, conservas, oxidação; – A química e a arte do cotidiano. |
Criar um acervo fotográfico virtual, que seja alimentado pelos estudantes, com o intuito de desenvolver o olhar fotográfico e a prática de explorar e perceber a natureza, o cotidiano e seus fenômenos. |
| Grupo D |
– Estudar a história e as propriedades gerais da radioatividade; – Simular o decaimento alfa e beta de elementos radioativos; – Pesquisar aplicações da radioatividade no cotidiano; – Compreender concepções alternativas sobre o tema; – Estimular a imaginação ao tentar personificar o conceito. |
Radiação ionizante |
Radioatividade, cotidiano e desenho. |
Criação de personagens em movimento (no modelo de gif) para representar de maneira animada o conceito de radioatividade. |
| Grupo E |
– Identificar e nomear as funções inorgânicas; – Equacionar e nomear reações químicas em que as funções interagem entre si; – Aplicar o conceito de eletronegatividade com o surgimento das primeiras funções inorgânicas; – Estimular a imaginação e criatividade por meio do desenvolvimento de narrativas e criação de personagens. |
Óxidos (Cartilha Planeta Primitivo) |
– Funções orgânicas; – História da vida no planeta terra; – Representação alternativa artística e gráfica das funções inorgânicas. |
Criação de uma cartilha contendo narrativas e personagens que fazem referências às funções orgânicas. Envolveu conteúdos históricos e químicos (origens da vida no planeta terra e a participação dos óxidos nesse fenômeno). |