| Vigil, Rowell e Lutz20
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
172 (M) Heterossexuais, lésbicas e bissexuais |
Auto-identificação de masculinidade/ feminilidade |
EAV |
Isquêmico |
Entre as mulheres heterossexuais, a atração para parceiros românticos mais femininos foi associada a menores escores de dor. No grupo de lésbicas e bissexuais com maior masculinidade, observou-se maiores limiares de dor e tolerância. |
| Alabas, Tashani e Johnson21
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
175 124 líbios (62/62) 51 britânicos (25/26) |
GREP |
EAV |
Pressão/isquêmica |
Indivíduos do gênero masculino apresentaram menores escores para sensibilidade à dor e menor propensão de comunicá-la, assim como maior tolerância à dor. |
| Alabas, Tashani e Johnson22
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
114 (56/58) |
GREP |
EAV |
Térmico (frio) |
Apesar das diferenças culturais, elas não influenciaram as respostas à dor. As mulheres líbias (africanas) foram mais propensas a relatar dor, mais sensíveis e menos tolerantes. Os homens líbios apresentaram maior tolerância e limiares à dor por frio. |
| Defrin, Eli e Pud23
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Estudo clínico retrospectivo não randomizado |
548 (210/338) 341 judeus 105 Árabes muçulmanos 102 cristãos-árabes |
GREP |
EAV |
- |
Independentemente do grupo étnico religioso, o "típico" homem considerou a mulher como mais sensível à dor. Os homens se consideraram menos propensos a comunicar a dor. |
| Fowler et al.24
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Estudo clínico prospectivo randomizado |
89 (45/44) |
BSRI/PAQ |
Short- Form of the McGill Pain Questionnaire
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Térmico (frio) |
O sexo e papel de gênero interagiram de tal forma que os homens relataram menor sensibilidade à dor e menos ansiedade, mas apenas quando preparados com um papel de gênero feminino. |
| Defrin, Shramm e Eli25
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
72 (33/39) |
GREP |
HPT/ HPTL |
Térmico (calor) |
Indivíduos com maior masculinidade apresentaram maior tolerância à dor e menor necessidade de comunicá-la. |
| Reidy et al.26
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
195 (65/130) |
Hypermasculinity Index
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Pain Tolerance Assessment
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Elétrico |
A tolerância à dor foi significativamente e positivamente relacionada aos traços de agressividade nos homens, contrariamente às mulheres. |
| Myers et al.27
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
240 (120/120) |
Child Sex Role Inventory
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EAV |
Pressão/ térmico (frio/calor) |
Para os meninos, mas não e ntre as meninas, houve uma correlação negativa significativa entre escores de masculinidade e dor; à medida que o escore de masculinidade aumentou os autorrelatos de dor diminuíram. |
| Robinson et al.28
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
67 (37/30) |
GREP |
EAV |
Térmico (calor) |
A propensão em relatar dor foi significante preditor da magnitude da somação temporal, independente do sexo. As mulheres mostraram maior somação temporal a estímulos térmicos. |
| Wise et al.29
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
148 (61/87) |
GREP |
EAV |
Térmico (calor) |
A expectativa relacionada ao papel de gênero masculino foi preditor de maiores limiares à dor e tolerância à dor, independente do sexo. |
| Myers et al.30
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Estudo clínico prospectivo não randomizado |
104 (54/50) |
BSRI |
Tempo de tolerância em segundos |
Térmico (frio) |
Embora o papel de gênero tenha sido preditor de tolerância à dor, não foi preditor das diferenças de dor entre os sexos. |