Este artigo examina os coletivos fotográficos contemporâneos como uma nova forma de fotojornalismo profissional na sociedade em rede, comparando exemplos do Brasil e da Espanha. Identifica elementos-chave que distinguem os coletivos contemporâneos dos anteriores e explora seu papel na promoção de uma abordagem decolonial da fotografia. O estudo destaca como culturas marginalizadas recuperam a agência e se tornam centrais em novas narrativas fotográficas, oferecendo epistemologias diversas que abordam crises do século XXI.
Palavras-chave
Fotografia; Coletivos fotográficos; Fotojornalismo; Decolonialidade; Colonialismo epistemológico; Narrativa visual