| López YM, Monreal PV; 2012 7 |
Evidencia aspectos técnicos do DGP e levanta considerações bioéticas, jurídicas, religiosas e sociais da técnica. |
| Damian BB, Bonetti TCS, Horovitz DDG; 2015 9 |
Examina documentos oficiais publicados sobre o regulamento do DGP no Brasil e demonstra a pouca fiscalização direta do DGP que existe atualmente. |
| Malek J, Daar J; 2012 12 |
Explora a possibilidade de que haja um dever dos pais de usar o DGP para o benefício médico de futuros filhos. |
| Martin AK, Baertschi B; 2012 13 |
Analisa o artigo “The case for a parental duty to use preimplantation genetic diagnosis for medical benefit” 12 e propõe uma abordagem baseada em danos, a fim de fortalecer a visão de dever do DGP. |
| Appel JM; 2012 14 |
Argumenta que, sob certas condições, o uso do DGP não é apenas desejável como meio de reduzir o sofrimento humano, mas também um dever eticamente exigido dos genitores para com uma criança em potencial. |
| Melo-Martín I; 2012 15 |
Analisa a inespecificidade do argumento do uso do DGP para a promoção do bem-estar, da autodeterminação e da redução das desigualdades das crianças selecionadas. |
| Brezina PR, Brezina DS, Kearns WG; 2012 16 |
Analisa as tecnologias disponíveis em testes de DGP e discute riscos, considerações éticas, adequação e controvérsia em torno de seu uso em diferentes situações clínicas. |
| Hens K, Dondorp W, Geraedts J, Wert G; 2012 17 |
Expõe possíveis questionamentos que surgem devido à possibilidade de seleção de características de futuras crianças. |
| Goldsammler M, Jotkowitz A; 2012 18 |
Analisa o artigo “The case for a parental duty to use preimplantation genetic diagnosis for medical benefit” 12 e sugere que o casal tenha autonomia ao fazer escolhas reprodutivas, que devem ser informadas, incluindo a escolha de fazer DGP. |
| Hens K e colaboradores; 2013 19 |
Discute sobre consentimento informado, poder de decisão entre o casal e os profissionais de fertilização quanto ao uso do DGP, e a escolha de embriões por questões não médicas. |
| Cirión AE; 2015 20 |
Analisa os aspectos bioéticos em conflito, sem esquecer a regulamentação legal sobre práticas biotecnológicas vinculadas à reprodução. |
| Whetstine LM; 2015 21 |
Fornece uma visão geral do DGP e identifica questões morais relevantes que ele levanta. |
| Soniewicka M; 2015 22 |
Aborda o problema da deficiência no contexto das decisões reprodutivas baseadas na informação genética e analisa diferentes abordagens éticas para a problemática da obrigação da reprodução seletiva. |
| Jacobs BM; 2015 23 |
Explora soluções para o problema da não identidade e defende uma solução fundamentada no conceito de dano. |
| Pizzato BR e colaboradores; 2017 24 |
Evidencia as vantagens do DGP em selecionar embriões com genes sadios. Põe em pauta a rápida evolução da técnica sem o correspondente debate ético. Defende a necessidade de regulamentação para guiar a conduta médica. |
| Hodge C, Santos MJ; 2017 25 |
Evidencia que o DGP é objeto de debate em várias áreas como bioética e direito, além da ética teológica. |
| Frati P e colaboradores; 2017 26 |
Aborda questionamentos éticos do uso do DGP e do diagnóstico pré-natal, evidenciando problemas relacionados à “inexistência × vida com deficiência”. |
| Ramos-Vergara P, Porte-Barreaux IR, Santos-Alcántara MJ; 2018 27 |
Descreve os limites que algumas leis têm considerado ao regulamentar essa técnica. |
| Soto-Lafontaine M, Dondorp W, Provoost V, Wert G; 2018 28 |
Aborda como os profissionais se sentem ante a decisão de realizar o DGP. |
| Magni SF; 2021 29 |
Avalia diferentes perspectivas do princípio da beneficência procriativa. |