A arqueologia histórica no Nordeste brasileiro esteve voltada, principalmente e durante muito tempo, para o litoral e para grandes edificações e monumentos, tais como igrejas e fortificações. Mais recentemente, no entanto, importantes pesquisas têm sido desenvolvidas com sítios de baixa visibilidade, com a produção, circulação e (re)utilização de itens materiais, com a mobilidade e a territorialidade, além de outros elementos componentes dos modos de vida e existência de populações sertanejas, do século XIX até o presente. Estabelecendo um diálogo com essas perspectivas, e a partir de um estudo de caso de arqueologia etnográfica, do presente e do passado recente no sertão do Piauí, proponho reflexões sobre as maneiras como a materialidade dos materiais participa na composição do que convencionamos chamar de ‘cultura material’.
Palavras-chave
Arqueologias etnográficas; Arqueologia do presente; Populações sertanejas; Estudos de cultura material; Estudos de materialidade
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Fonte: acervo da pesquisa (2019).
Fonte: acervo da pesquisa (2019).

Foto: Vinícius Melquíades (2020).
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Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
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Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Foto: Vinícius Melquíades (2020).
Fonte: