Este artigo discute a importância de indígenas mulheres atuantes nos movimentos em territórios indígenas em Mato Grosso do Sul (aldeia Jaguapiru/Bororó) e no Pará (aldeia Tekoa Pyau). São apontadas as possibilidades de luta, mesmo quando elas são deslocadas compulsoriamente pelos não indígenas: no primeiro caso, observando-se a Reserva Indígena de Dourados (RID) e, no segundo, as terras adquiridas após longa caminhada em busca de realizar os sonhos de viver em ‘terra sem males’. Para tanto, são retratados os processos de ‘guaranização’ dos novos territórios, observando-se as motivações que impulsionam essas mulheres, invocadas para fortalecer a resistência e o reconhecimento dos direitos, considerando-se o recorte de gênero, bem como as estratégias de luta, empoderamento e igualdade de oportunidades.
Palavras-chave
Povo Guarani; Lideranças Guarani; Indígenas mulheres; Processo de ‘guaranização’
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Mapa: Géssica Rodrigues (2025).
Mapa: Géssica Rodrigues (2025).
Fonte: