O artigo foca na historiografia das artes plásticas do Brasil a partir da década de 1990, quando instituições na Europa e nos EUA começaram a apresentá-la com mais frequência em meio à crescente globalização do sistema artístico. Casos extremos são destacados para demonstrar como acadêmicos baseados fora do Brasil estão ajudando a construir um cânone artístico que contrasta e ultrapassa o cânone delineado em coleções, exposições, publicações acadêmicas do país. Em seguida, são ressaltados desafios, ações e feitos de pesquisadores baseados no país que têm enfrentado os impasses historiográficos nas encruzilhadas da globalização.
PALAVRAS-CHAVE
Historiografia das artes plásticas do Brasil; historiografia da arte no Atlântico Norte; historiografia da arte no Brasil; historiografia da arte; arte no Brasil