Formação acadêmica. Conhecimento na prática educativa. Assistência no ciclo gravídico. Importância do Enfermeiro. |
Importância da temática violência obstétrica na formação acadêmica do Enfermeiro como prática educativa no ciclo gravídico. |
É de grande valia e importância a temática violência obstétrica, caracterizada pela desumanização do parto e apropriação indevida dos profissionais da saúde no processo reprodutivo da mulher, na formação de Enfermeiros. É primordial a assistência no ciclo gravídico como estratégia preventiva no combate desse fenômeno, a fim de obter uma relação harmônica, minimizando possíveis erros de intercorrências obstétricas. É ainda crucial o progresso na valorização dos profissionais, o apoio de rede de políticas públicas, possibilitando uma melhor condição de trabalho no SUS um melhor rendimento financeiro ou estrutural, com o intuito de despertar um novo olhar científico sobre a prática educativa, desenvolvendo um pensamento crítico e evitando esse “desvencilhamento”. |
Riscos a partir da falta de cuidado. Valorização financeira. Assistência de qualidade. |
O perfil do Enfermeiro Obstétrico qualificado no atendimento humanizado. |
O termo “provedor qualificado” ressalta exclusivamente o indivíduo com destreza em atenção profissional do parto, capaz de acompanhar o cuidado da puérpera, desde seu convívio no ambiente familiar até o seu estado mental. Quando questionado sobre o compromisso assistencial, a maioria dos profissionais e toda a equipe multiprofissional está dando mais valor ao setor econômico, ou seja, está valorizando mais a moeda do que a própria humanização. Os profissionais devem priorizar um serviço de qualidade com conforto, responsabilidade e credibilidade. O perfil de um especialista Obstétrico é de um coadjuvante, e a protagonista é a própria gestante. Isso significa ter ética profissional, empatia com o próximo e dignidade humana. |
Qualidade do cuidado prestado. Descaso científico, tecnológico e humanístico. Direitos à parturiente. |
A atuação do Enfermeiro Obstétrico no cuidado à mulher durante o pré-natal. |
O Enfermeiro Obstétrico visa atender a gestante com qualidade, desejando atingir prioritariamente parcelas mais pobres da sociedade. Observamos um descaso e até mesmo a ausência da integralidade ao aprofundar seus aspectos científicos, tecnológicos e humanísticos nesse contexto. É importante para a gestante receber orientações, conhecendo os procedimentos e seus direitos nesse seguimento parturitivo, principalmente as mães adolescentes, para que elas estejam preparadas para entrar nesse cenário. |
Fortalecimento do modelo assistencial. Riscos no processo parturitivo. |
A importância do Enfermeiro no pré-natal humanizado para a redução de complicações pós-parto. |
O processo de humanização implica mudanças na rotina, com o propósito de tornar o momento do parto o menos “medicalizado” possível. Um dos principais objetivos do pré-natal é conhecer o histórico médico do paciente. É necessário que o Enfermeiro exerça um papel de total fortalecimento no modelo assistencial, fornecendo uma assistência precoce, pois os riscos evoluem para uma série de problemas que podem colocar em risco a vida tanto da mãe, quanto do recém-nascido. |
A importância do conhecimento científico. O bem-estar materno e neonatal. Aprimoramento científico na formação acadêmica. Planejamento estratégico no setor de saúde. |
Aplicabilidade do conhecimento científico como estratégia na atenção de saúde da mulher. |
Ao analisar a violência institucional, percebemos que existe, no que diz respeito a aliar a prática ao conhecimento científico, uma alta complexidade na rede de atenção à saúde da mulher, que serve como porta de entrada no acolhimento e no bem-estar materno e neonatal. O conhecimento é um instrumento de informações com foco no processo de aprendizado. A atenção primária é de ampla relevância no desenvolvimento profissional, visto que compreende uma visão detalhada – ou seja, holística – no campo de atenção à saúde da mulher, que proporciona condições de promoção de saúde e melhoria no controle físico e emocional. Diante do alto grau de demanda dos serviços, é necessário um planejamento estratégico no setor de saúde que vise a elaboração de ações como reestruturação assistencial. |
Base humanista. Intervenções no parto. Olhar clínico do profissional. |
A violência obstétrica na visão da equipe de saúde, no contexto atual da assistência humanizada. |
A humanização seria uma estratégia na produção da saúde, compreendida por uma base humanista, capaz de transformar a visão do profissional. Para tornar um nascimento satisfatório, é necessário reduzir intervenções e implantar boas práticas obstétricas terapêuticas, que antes eram pautadas no entendimento de que o parto estava associado à doença, biologicamente. Hoje, torna-se um modelo de atenção ampliado, que possibilita o desencorajamento de condutas desnecessárias no trabalho de parto e parto. O profissional deve ter um olhar clínico para que seja possível analisar e interpretar a violência, a fim de diminuir esses males que causam tanto sofrimento e acometem a saúde da mulher e do neonato. |