| Proteger a produção contra a incerteza |
Detalhar as tarefas ao nível das operações com melhor sequência, agrupando trabalho que seja altamente interdependente |
Ballard (1997), Ballard e Howell (1998), Ballard (2000) e Hamzeh (2009)
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| Utilizar métodos de automatização para a geração do PMP e facilitar o processo de proteção da produção contra a incerteza (facilita o gerenciamento das restrições e a comunicação entre envolvidos) |
Chua, Jun e Hwee (1999), Jun, Chua e Hwee (2000), Chua e Shen (2001), Chua, Shen e Hwee (2003), Dong et al. (2012), Dong (2012), Dong e t al. (2013) e Dave et al. (2016)
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| Identificar e registrar as restrições por categorias e responsabilidades |
Tommelein e Ballard (1997), Ballard (2000), Kemmer et al. (2007), Hamzeh (2009) e Hamzeh et al. (2012)
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| Avaliar se as tarefas estão prontas para serem agendadas no curto prazo, excluindo aquelas com pré-requisitos que faltam, como informações, material, trabalho anterior, mão de obra e espaço |
Tommelein e Ballard (1997), Ballard (2000), Hamzeh et al. (2012), Kemmer et al. (2007) e Hamzeh (2009)
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| Envolver trabalhadores para obter contribuições sobre como as tarefas são realizadas e esclarecer quais os problemas que impedem seu trabalho |
Kemmer et al. (2007) e Britt et al. (2014)
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| Delegar as restrições aos níveis de responsabilidade da hierarquia organizacional: (1) escritório da empresa, (2) gerentes ao nível de coordenação de obras e (3) gerente de linha de frente |
Kim e Jang (2006)
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| Proteger a produção contra a incerteza |
Visualizar por cores as restrições no 4D BIM durante PMP e gerenciar restrições virtualmente em tempo real |
Toledo et al. (2014) e Alves e Britt (2011)
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| Realizar reuniões regulares entre todos os envolvidos, que devem elaborar seus próprios planos de médio prazo e questionamentos antes da reunião |
Kemmer et al. (2007), Alves e Britt (2011) e Britt et al. (2014)
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| Realizar reunião de médio prazo com a utilização do BIM |
Bhatla e Leite (2012), Hamzeh et al. (2015) e Scheer et al. (2014)
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| Disseminar informações oriundas das reuniões para as equipes de produção |
Kemmer et al. (2007)
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| Elaborar documento com todas as informações necessárias para executar pacotes de trabalho |
Kemmer et al. (2007)
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| Gerenciar riscos, identificando os fatores de risco a cada plano de médio prazo |
Issa (2013), Wehbe e Hamzeh (2013) e Davis (2009)
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| Gerenciar riscos da cadeia de suprimentos identificando os riscos por sinalizadores de cores na modelagem BIM |
Zeng, König e Teizer (2017)
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| Utilizar a técnica de gerenciamento de risco Failure Mode and Effects Analysis (FMEA), cujas etapas são identificar os riscos, avaliar e analisar os riscos, monitorar os riscos e planejar contingências |
Wehbe e Hamzeh (2013)
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| Construir protótipos físicos (unidade do projeto) antes de iniciar execução |
Kemmer et al. (2007) e Hamzeh et al. (2012)
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| Construir protótipos virtuais utilizando o BIM (unidade do projeto) antes de iniciar a execução |
Hamzeh et al. (2012)
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| Integrar os níveis de planejamento |
Utilizar a ferramenta Location Based Management System (LBMS) e obter transparência da integração entre o longo, fase, médio e curto prazo. Verificar impacto no PMP através da atualização do progresso no LBMS |
Kemmer et al. (2007), Seppänen, Modrich e Ballard (2015), Dave et al. (2016), Seppänen, Ballard e Pesonen, (2010)
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| Utilizar indicadores de aderência entre níveis de planejamento, como o Tasks Made Ready (TMR): % de tarefas no plano semanal que foram preparadas no médio prazo 2 semanas antes |
Ballard (1997), Hamzeh et al. (2012), Hamzeh (2009), Hamzeh, Zankoul e Sakka (2016), Hamzeh, Ballard e Tommelein (2008), Mendez Junior e Heineck (1999), Hamzeh, Zankoul e Rouhana (2015) e Hamzeh e Aridi (2013)
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| Utilizar indicadores de aderência entre níveis de planejamento: Nível de Compromisso (CL - Commitment Level): Required Will (atividades requeridas e prontas para serem executadas no curto prazo) / Should (número de atividades planejadas no planejamento de fase). Mede atividades prontas no médio prazo previsto no planejamento de fase |
Emdanat e Azambuja (2016)
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| Efetuar controle e aprendizado |
Utilizar indicador Tasks Anticipated (TA): % de tarefas antecipadas 2 semanas antes da execução ou o Índice de Remoção das Restrições (IRR): % de restrições identificadas e removidas no prazo |
Ballard (1997), Hamzeh et al. (2012), Hamzeh (2009), Hamzeh e Langerud (2011), Hamzeh et al. (2015), Hamzeh, Ballard e Tommelein (2008), Hamzeh e Aridi (2013), Mitropoulos (2005), Jang e Kim (2007), Codinhoto (2003), Codinhoto et al. (2003), Coelho (2003), Mitropoulos (2005) e Jang e Kim (2007)
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| Efetuar controle e aprendizado |
Utilizar indicador que verifica se foram identificadas todas as restrições durante o planejamento: (novas restrições identificadas durante a execução / total de restrições identificadas) |
Mitropoulos (2005)
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| Utilizar indicador Percentual de Atividades Planejadas (PAP): [(Número de Apartamentos Executados) / (Número de Apartamentos Planejados) -1]. Se PAP = 0 (plano no prazo), se PAP < 0 (atrasado), se PAP > 0 (adiantado) |
Mendez Junior e Heineck (1999)
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| Analisar as métricas de médio prazo conjuntamente com os indicadores de desempenho da construção, como a variação de prazo |
Mitropoulos (2005) e Hamzeh et al. (2015)
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| Subcontratados ter acesso aos planos definidos para os serviços |
Kemmer et al. (2007)
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| Registrar lições aprendidas – documentar em uma base de dados as restrições, as perguntas e respostas fornecidas pelos envolvidos da obra |
Kemmer et al. (2007)
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| Monitorar os planos de médio prazo conjuntamente com a análise das causas para não conclusão das tarefas semanais e a evolução do PPC para executar ações corretivas. |
Kemmer et al. (2007), Hamzeh et al. (2012), Wesz, e Tzortzopoulos (2013)
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| Registrar os eventos de improvisação e correlacionar com as falhas de curto prazo (falha na conclusão das tarefas planejadas; falha por incapacidade de planejar as tarefas durante o PMP e falha por incerteza) |
Hamzeh et al. (2012)
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| Análise de fluxos físicos |
Analisar leiautedo canteiro – necessidades espaciais para o armazenamento de materiais e o equipamento necessário para o transporte |
Kemmer et al. (2007)
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| Direcionar responsável na obra para gerenciar os fluxos físicos no canteiro de obras (planejamento do recebimento, estocagem e distribuição pelas equipes de trabalho) |
Kemmer et al. (2007)
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| Planejar os movimentos dos equipamentos, analisar riscos relativos a proximidade e condições de simulação visual do equipamento no canteiro de obra durante a construção em tempo real, e contribuir para a otimização de seu uso (exemplos: simulação de máquinas em construção pesada; simulação da utilização de gruas em prédios altos) |
Vahdatikhaki e Hammad (2015) e Al Hattab, Zankoul e Hamzeh (2017)
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| Realizar o rastreamento e simulação em tempo real de operações de construção pesada para o PMP durante operações de construção – dados da operação são constantemente capturados usando sensores de rastreamento e os dados são então introduzidos em um modelo de simulação para atualização automática do modelo |
Song e Eldin (2012)
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| Gerenciamento de custos |
Desenvolver orçamento da mesma forma em que os pacotes de trabalho foram planejados – obter informações de quantidade e custo de forma direta |
Kemmer et al. (2007)
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| Analisar nas reuniões de médio prazo o fluxo de caixa da obra, renegociando o ritmo dos serviços, datas das entregas de materiais e contratos com fornecedores |
Kemmer et al. (2007)
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| Planejamento e controle de segurança |
Promover gestão da obra comprometida com a segurança – estabelecer cultura e contratar profissionais para a segurança conforme exigência por norma |
Antillón et al. (2011)
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| Planejar a segurança do trabalho previamente à execução da tarefa (em médio prazo) |
Antillón et al. (2011)
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| Envolver subcontratados, que devem ser incluídos nos treinamentos de segurança em médio prazo |
Antillón et al. (2011)
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| Remover restrições relacionadas à segurança do trabalho antes que as tarefas façam parte do planejamento de curto prazo |
Antillón et al. (2011), Kemmer et al. (2007) e Saurin et al. (2002)
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| Classificar as restrições em cinco categorias de recursos relacionados à segurança: equipamentos de proteção coletiva (EPC), equipamentos de proteção individual (EPI), design de instalações de segurança, treinamento e espaço |
Saurin et al. (2002)
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| Realizar perguntas sistemáticas nas reuniões de médio prazo: como os trabalhadores acessam o local de trabalho? Como os EPC serão instalados? Onde as linhas de vida estarão ancoradas? |
Saurin et al. (2002)
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| Acompanhar o indicador Trabalhos Executados com Segurança – % de pacotes de trabalho executados com segurança. Identificado no curto prazo (1) nenhuma falha na concepção dos planos de segurança foi detectada; (2) não houve falha em sua implementação; e (3) nenhum acidente ou quase acidentes foram observados |
Saurin et al. (2002) e Saurin, Formoso e Cambraia (2005)
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| Promover a participação dos trabalhadores na identificação de riscos de acidente e devidas soluções |
Saurin et al. (2002)
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